poeiraCast 289 – Chicago
por Bento Araujo 20 jul 2016

A banda que leva o nome de uma das cidades mais musicais da América ficou conhecida por baladas sentimentais, mas também por um mix de rock, soul e jazz embelezado por um naipe de metais ousado, desafiando o ouvinte com novas ideias musicais e harmonias instigantes.

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  1. João Cândido

    Olá

    Pra quem gosta de jazz-rock, os discos Chicago II e III têm momentos brilhantes.

    O prog italiano se destaca pela quantidade e variedade de bandas, mas acho que o Krautrock foi mais ousado.

    Bento, o Maurício do trio “Paulo, Cláudio e Maurício” é o Maurício Maestro, que depois fez parte do grupo Boca Livre (que tal um duelo de gigantes entre Boca Livre e 14 Bis?).

    Abraço

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  2. MARIO JOSÉ PEREIRA

    Muitos bailes fizeram parte de sua trilha sonora nos 70s–pena que a CBS Brasil economizou por aqui….mas saiu quase tudo grande nas FMs quando surgiu por aqui era HIT certo arte-gráfica dos LPs era bacana e o som dos vinys muito bons – talvez por ser de matriz original Boa pedida escutar os primeiros trabalhos que eram mais Blues – Rock – Jazz — já bateristas são o diferencial dos progs Italo-Germânicos cada um com sua intensidade

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  3. Marcio Abbês

    Ouvir Chicago é algo bem difícil. Algumas bandas ou artistas têm que ser apreciados com profundidade, já que a discografia extensa requer tempo e vontade do ouvinte. Assim como o Chicago, o Zappa requer isso. Sempre tive muita dificuldade entrar no mundo do Zappa ou do Chicago. Conheço alguns álbuns, mas não há com negar a genialidade do Zappa e a qualidade dos músicos do Chicago. O programa foi ótimo! O Sergio deu uma boa aula. Vou começar a comprar os discos do Chicago, pois do Zappa já conheço 1/10 da obra (risos). Isso não é pouco (risos). Em relação ao duelo de gigantes, atualmente, prefiro o progressivo italiano. Já preferi o alemão. Como estou numa idade mais avançada e mais emotivo, prefiro o italiano (risos). Sei que vou falar o óbvio, mas nada se compara ao progressivo inglês. Pronto, falei!

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  4. Caio Alexandre Bezarias

    Confesso que ainda sou (ou era) um desses com birra do Chicago por causa das canções ‘baba’, mas o programa é de vencer a ranhetice mais arraigada. Ouvirei sem preconceitos.
    Sobre o cruza na área: praticamente impossível escolher o prog de um dos dois países sem muitas dúvidas e remorso. O italiano é insuperável em beleza melódica e complexidade, o alemão em termos de ‘viageira’ e experimentalismos é imbatível. Sugestão para outro cruza na área: um desses progs versus prog francês, que também é maravilhoso.
    Abraço a todos

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