poeiraCast 367 – Nazareth
por Bento Araujo     09 maio 2018

Embora conhecida do grande público pelas baladas românticas, a banda escocesa Nazareth, nosso assunto neste episódio, é especialista em rock pesado, e lançou seu melhores álbuns nos anos 70 e no início da década seguinte.

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  1. Aldo Edson Portes de França

    Finalmente um episódio sobre o Nazareth, que na minha opinião é uma banda subestimada embora no Brasil, principalmente na região Sul tenha uma legião de fãs considerável.
    Talvez a maior causa dessa não valorização da obra do grupo seja o fato de algumas baladas como Love Hurts, Dream on, Where are you now terem feito sucesso entre um público que não é exatamente roqueiro, o que causou uma certa aversão entre os mais radicais que não aceitavam que “fãs de música brega” curtissem as faixas mais românticas feitas pelo “Naza”.
    O mesmo acontece por exemplo com o Neil Diamond, que ficou marcado por muitos como um artista “brega” aqui no Brasil, por causa de músicas como “I’m I’m said”, por exemplo, mas ao mesmo tempo é o autor de clássicos como Kentucky Woman, Girl you’ll be my woman soon”, Sweet Caroline, Red Red Wine, entre outras, que foram gravadas posteriormente por artistas tão distintos como Elvis Presley, Deep Purple, UB 40 e Urge Overkill.
    Aliás, fica a sugestão: Já que fizeram um programa sobre o Nazareth, que tal um sobre o Neil Diamond futuramente ??

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  2. Pedro Furtado Jr

    que felicidade… razamanaz e loud’n proud foram meus primeiros discos de rock (moleque no final dos anos 70’s), junto com o primeiro do black sabbath… confesso que embarguei agora… emociona. e isso antes de ouvir o programa. vcs têm me proporconado há anos e só posso agradecer. tenho uma irmã morando em Braga (Portugal) e falei que tenho um “amigo” que tá por lá também. acho que todos nós “poeiristas” nos sentimos assim de vcs quatro: amigos. muito obrigado mais uma vez. Ao programa agora. Abraço.

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  3. Marcio Abbês

    Passei a minha adolescência com o disco “Razamanaz” na mão. Acho o grande disco do Nazareth. Outro disco fundamental é o “Loud ‘N’ Proud”, que traz uma das melhores sequências de hard no primeiro lado do LP. Na época, bandas como Nazareth, BTO e outras mais comerciais entraram na minha vida pelas rádios e festas. Já o meu grupo no colégio me apresentou trabalhos de bandas menos comercias, assim como Yes, ELP, Uriah Heep etc. Detesto a classificação de bandas como primeiro, segundo e terceiro escalão, mas essa merda existe (risos). E Uriah Heep é uma banda única e sem enquadramento (risos). Aliás, o programa foi ótimo! Vocês não estão aí para agradar a fãs da banda que é assunto do programa. Vocês podem gostar pouco ou até não gostar do Nazareth. Opinião é opinião! Abração a todos!

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  4. Gabriel Fernandes

    Sensacional programa, pessoal! Nazareth ocupa um lugar muito especial na minha vida: foi o primeiro show de banda de rock séria que eu assisti, em 2008 em Tubarão/SC (minha cidade natal). Na época, mal sabia o que aquilo significava, mas ao sair do show já tinha uma certeza: aquele showzaço havia mudado a minha vida. Nada mal para um menino de 13 anos…

    Em tempo: Nazareth é uma banda MUITO subestimada em minha opinião. Eles possuem de discos bons o que muitas bandas da mesma época não possuem de canções boas.

    Vida longa ao PoeiraCast!

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  5. william peçanha

    FINALMENTE!!!!!!!!

    (Dá pra escutar os fogos ao fundo????).

    SÓ FALTA O DO UFO!!!!!!!!!

    Obrigado.
    Nazareth foi um dos meus quatro primeiros contatos com hard e heavy metal (os outros, internacionalmente conhecidos foram Zeppelin “Presence”, Floyd “Animals” e Yes “Close to the Edge”) através do álbum que teve uma das músicas abrindo o programa (depois do primeiro bloco), o “Rampant”.
    E colecionei a banda a partir do “Loud ‘N’ Proud” (não me descem os dois primeiros) até o “It’s Naz”, depois não aceitei a sonoridade apresentada pela banda, talvez a tal busca pelos charts americanos ou sei lá.
    A “trilogia” “Rampant” / “Hair of the Dog” / “Close Enough for Rock ‘N’ Roll” pra mim representa o auge do que eles se propuseram a fazer antes do tal declínio.
    Depois foram só capas legais (até o “No Mean City”) e o que fizeram de lps daria perfeitamente em uma coletânea.
    Só para destacar, “Loved and Lost” é um exemplo de hard-rock completo, independente se a banda for de quarto, quinto ou décimo escalão!!
    Agora é aguardar pelo podcast do UFO e descansar em paz!
    Um abraço em todos e em cada um.

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  6. Vandré Santos

    Compreendo em parte a opinião do José sobre o Nazareth…apesar de valorizar a banda, nunca dei a devida atenção. Depois dos comentários do Sérgio, já deixei na minha playlist alguns discos deles.
    Abração.

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  7. Eric Freitas

    Boa noite. Ouço o podcast a bastante tempo e me identifico com palavras já ditas pelo José, quanto a “Não ser sozinho no mundo” se referindo a paixão compartilhada pela boa música. E nesse podcast pude sentir que realmente não estou sozinho, falando em primeira pessoa mesmo, pois no meu caso achei que jamais acharia outras pessoas que tivessem o 2XS como o preferido do Nazareth e no programa percebi que não estou tão por fora assim. Certa vez um amigo disse que ter esse LP como preferido da banda era como ter no “Hot Space” o preferido do Queen ou o “Slaves and masters” o preferido do Purple.

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    1. william peçanha

      Caro Eric.
      Seu amigo não deixa de ter uma pontinha de razão.
      Mas gosto é gosto.
      Eu por exemplo gosto muito a ponto de ter aqui na estante o “Conquest” do Uriah Heep.
      Enfileire 10 fãs da banda e constate se algum deles gosta desse disco!!

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