poeiraCast 351 – Ozzy e Dio: as carreiras solo
por Bento Araujo     08 nov 2017

Dessa vez a conversa é sobre as carreiras solo de Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio (considerando como carreiras solo as bandas que levam seus nomes) pós-Black Sabbath. Álbuns muito bons, outros nem tanto, mudanças de direcionamento, retomadas…

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  1. Marcio Abbês

    Parabéns por mais um belo programa! Gostei das duas belas disputas entre a discografia do Ozzy ou a do Dio e o álbum “Fragile” e o “Close to the Edge”. Na minha humilde opinião, acho que o Ozzy conseguiu realizar uma discografia mais consistente, já que os seus primeiros discos solos são ótimos, e o disco “Fragile” é o meu preferido e faz parte da minha memória afetiva, além de ser perfeito, apesar do “Close to the Edge” ser também. Na realidade, são duas obras-primas. Aliás, vejo o “Fragile” como o disco mais emblemático do rock progressivo. Quando penso em progressivo, lembro do “Fragile”. Estou escutando neste momento, “And You And I”, citada pelo Zé, do disco “Close to the Edge”. Ele tem razão! A música é linda! Abração a todos!

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  2. Silas Zanhe

    Difícil batalha de gigantes. Complicado escolher entre “Fragile” e “Close Tô The Edge”, mas escolho “Fragile” pelo simples motivo de “Hearth Of The Surnrise” ser minha música favorita do Yes.

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  3. william peçanha

    350 programas perfeitos (estou ignorando, é claro, aquele fatídico de número 22).
    Entre Ozzy e Dio, em carreiras solo, opino que os dois fizeram de seus dois primeiros álbuns (tanto um quanto o outro) verdadeiras referências para o que se pretendia fazer em termos de heavy ou hard rock na época.
    O lance bem sacado de ter Lee Kerslake (pra mim, um baterista totalmente subvalorizado até em seus tempo de Uriah Heep) nas baquetas do “Blizzard of Ozz” garantiu uma qualidade a mais ao “produto” e ao Dio por ter resgatado o ótimo Jimmy Bain e revelado ao mundo o guitarrista encrenqueiro com nome de mulher, Vivian Campbell, que anos mais tarde cuspiria no vinil em que tocou (mas fez um trabalho soberbo nos “Holy Diver” e “The Last in Line”).
    E, como cerejinha do bolinho, escolher entre essas duas maravilhas da minha principal referência no que se convencionou a chamar de Rock Progresivo: “Fragile” ou “Close To the Edge” do Yes.
    Concordo com o Abbês (SEMPRE… ou quase) e com o Silas quanto da importância do “Fragile” (e claro, foram opiniões pessoais… Me esqueci agora do que aquele ouvinte escreveu sobre “opiniões pessoais” aqui no Poeira Cast!) mas, mas, quando este humilde ouvinte e fã incondicional de vocês quatro lá em 1977 começou a adentrar nesse universo fantástico de bandas que fazem músicas com 10, 15, 20 minutos, do Pink Floyd comecei com o “Animals”, do Led Zeppelin foi desvirginado com o “Presence” e do YES me apresentaram o “Close To the Edge” e, pronto, NUNCA mais a minha vida foi a mesma (uma BRILHANTE colcha de retalhos beirando à perfeição onde cinco – seis com o genial Eddie Offord – músicos deixaram para a eternidade uma verdadeira e lapidada obra prima!!
    E justamente agora, saboreando esse café MARAVILHOSO que a Eliza (minha amada esposa comigo já há trinta anos, comemorados no último 31 de outubro) acabou de fazer, adivinhem o que está rolando na DD-1°?
    Um forte abraço a todos e em cada um.

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  4. Caio Alexandre Bezarias

    Escolhas bem difíceis, capricharam,hein?
    Vamos lá: entre os primeiros de Ozzy e Dio, o disco do Ozzy, mas por muito, muito pouco. (para complicar a discussão,a faixa título de Holy Diver, convenhamos, é um hino do metal dos 80´s). Já ajudar a desempatar o duelo de gigantes foi ainda mais duro. Close to the edge, porque, como o José definiu, é o progressivo mais puro, é uma obra que rompe de vez com as estruturas do rock inglês sessentista – estruturas ainda visíveis no Fragile, o que não é demérito.
    Grande abraço a todos

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  5. monica cristina

    Leve de programas com Hologramas bem legais parbens ao pessoal do Poreia por não deixeram a peteca cair e Bento meus parabens atrasado ao nascimento da Lorena, se demoro mais um pouco ela vai é começar a apresentar o programa no lugar de voces , e sem contar a volta do maldito motoqueiro! Entre Fragile e Close to the Edge fico com o Close to the Edge que tem minha música favorita e também pelo fato de eu não conseguir falar a Siberian Khatru de jeito nenhum mesmo usando o Google tradutor.
    Aguardando os próximos Programas.

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