poeiraCast 346 – Coletâneas que valem a pena
por Bento Araujo     04 out 2017

Desde os LPs de vinil, passando pelas fitas cassette, os CDs e todos os suportes de áudio, a coletânea é vista como uma “mão na roda” para o ouvinte manos compromissado, e em muitos casos como um patinho feio para o fã e o colecionador. Mas como são e quais são as coletâneas que valem a pena dentro da discografia dos artistas? Dizemos nossas teses e comentamos as nossas compilações preferidas neste episódio.

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  1. André Luiz

    Coletâneas que eu gosto:

    Beach Boys – Made in Usa;
    Stevie Wonder – Original Musiquarium (belo recorte da fase 1972-1982 com faixas inéditas fechando cada lado);
    Steely Dan – Greatest Hits (1978) – primeira coletânea do SD que vai da estréia até Aja;
    Creedence Clearwater Revival Featuring John Fogerty ‎– Chronicle (The 20 Greatest Hits);
    Simon & Garfunkel ‎– Simon And Garfunkel’s Greatest Hits (1972);
    Deep Purple ‎– The Anthology (1985) – capa preta com a foto do Ritchie Blackmore no Califórnia Jam;
    The Byrds ‎– The Byrds’ Greatest Hits (1967) – capa florida e um belo recorte dos 4 primeiros albuns;
    Rush – Chronicles (1990) – coletânea dupla que vai da estréia até Presto;
    James Taylor Greatest Hits (1976) – capa branca;

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  2. Vandré Santos

    Comecei a escutar Frank Zappa através da coletânea Strickly Commercial. Na época queria conhecer e ninguém me indicava nada. Tinha lojista que dizia “ah mas tem muitas fases boas dele”, ou “todos são bons”, até que encontrei essa coletânea.
    Do Deep Purple tem a Deepest Purple também que vendeu bem além da Anthology citada pelo André que é muito mais interessante, com várias músicas inéditas.
    E pra fechar, teve uma coletânea do Gamma Ray, a Blast from the Past que as músicas foram todas regravadas pela formação da época do lançamento.
    Parabéns pelo programa, como sempre, e nesse só faltou o Sérgio (estão parecendo o Black Sabbath, só faltou 1 integrante da formação clássica).
    Abração.

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  3. João Cândido

    Uma coletânea que não dá pra esquecer é a Relics, do Pink Floyd. Tem Paintbox (do Wright), Julia Dream e Biding my time, que era inédita. Em 83, na coletânea Works, eles lançariam Embryo, também inédita.

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  4. Luigi Medori

    As coletâneas do Creedence e do Queen tiveram importância vital na formação musical aqui, além da formação de caráter! haha

    Algumas das favoritas que não foram citadas no programa – e obviamente não “matam” os artistas, mas valem muito a pena:

    Otis Redding – Sittin’ on the Dock of the Bay
    Al Green – Greatest Hits
    Wilson Pickett – Greatest Hits
    The Byrds – Greatest Hits
    Judas Priest – Metal Works
    Sisters of Mercy – A Slight Case of Overbombing
    Echo & The Bunnymen – Songs to Learn & Sing

    Quanto ao cruza na área, sem duvidas fico com o Neu!

    Grande abraço, pessoal!

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  5. william peçanha

    …legal a volta do terceiro mosqueteiro (ou seria o Bento o D’Artagnan?).
    Ah, e ele ainda trouxe por alguns momentos o nosso irriquieto motoqueiro!!!!
    Coletâneas?
    Nessa longa estrada em que a coleção de discos ocupou (ocupa? Ocupará?) a maior parte de meus já quase 56 anos (musicalmente muito bem vividos!) só tive QUATRO coletâneas:
    – Black Sabbath “We Sold Our Soul To Rock And Roll” (eu ainda não tinha NADA dos discos do Sabbath, daí…);
    – Yes “Classic” (tinha lá uma versão ao vivo de “Roundabout” que fazia parte dos shows gravados durante a tour do “Tormato”, só por ela!!!);
    – Deep Purple “Powerhouse” (lá tem uma inédita até então, a tal “Painted Horse”, horrível… Mas tem, pelo menos para este escriba, a melhor versão de “Child In Time” gravada ao vivo pelo grupo);
    – James Taylor “Greatest Hits” (era a onda de ter de ter alguma coisa do cara que fez um sucesso enorme no Rock In Rio de 1985, então, totalmente OBRIGADO pela Eliza – sempre ela!!, comprei essa coletânea que deve estar por aqui na estante em algum lugar…)
    – Rush “Chronicles” (só para ter TUDO lançado no Brasil da banda, só por isso, juro!)
    E menção honrosa aos dois lps duplos dos Beatles, o vermelho e o azul, que NUNCA ouvi por não gostar dos Beatles, mas achei o lance de tê-los na estante legalzinho).
    No mais, programa legal como os outros 345 (contando aí o “fatídico” e INESQUECÍVEL 22 – teremos MESMO um OUTRO programa sobre a banda?) e entre Neu e Faust voto no Neu.
    Agora, “voto póstumo” foi a cereja do bolo do programa (toda a edição tem uma cerejinha!!!).
    Um forte abraço em todos e em cada um.

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      1. william peçanha

        Caro Eduardo, talvez por ignorância.
        Comecei, aos 14, a ouvir Led, Sabbath, Floyd e mais um tanto e desde então não me dei oportunidades de parar e dar oportunidades aos discos dos quatro de Liverpool de me pegarem seja pelos ouvidos, coração ou outra parte qualquer do corpo.
        Outro dia, com esse auê promovido pelo lançamento luxuoso do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, tentei ouví-lo despido de todo e qualquer pré-conceito… Não deu.
        Estendo meus muxoxos também aos Rolling Stones, The Who, Birds (dos mais antigos) e aos Guns “N” Roses e TNT’s e Rats da vida (dos mais modernos).
        Entendo quem entende e gosta da obra dos fab four (!!) mas prefiro ganhar meu tempo em prazeres Jimmy Pageanos e Steve Hacketteanos.
        Um abraço.

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  6. Caio Alexandre Bezarias

    Imagino a baderna que será a primeira edição com o retorno do Sérgio…
    Sobre o cruza na área: dois grandes grupos, mas por conhecer um pouco mais e ter assistido ao lendário show de 2011,no Centro Cultural de SP, Faust, sem dúvida.
    Abraço a todos.

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  7. mario jose pereira

    TEVE O GRANDE J.H. com o Cornerstones {67/70}/Steppenwolf CAPA QUE TEM UMA MULHER COM MAQUIAGEM EGYPCIA Best ? B.M.OVERDRIVE Best/Spooky Tooth com o Tigre Best/GOLDEN EARRING selo Polydor Special Price Series/ SUPERTRAMP /Joe Cocker Best/ sem coletâneas nunca Haveria a difusão sonora a título de conhecimento

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