poeiraCast 291 – Melhores discos de 1976
por Bento Araujo     03 ago 2016

São tantos discos de cabeceira que o programa ficou bem longo. E mesmo assim, muitos grandes álbuns de 40 anos atrás ficaram de fora. Digamos que comentamos neste episódio alguns dos melhores discos de 1976…

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  1. Marcio Abbês

    Excelente programa! Achei legal o fato de falar sobre um assunto que participei no Consultoria do Rock , do amigo Mairon. Bem, lógico que escolhi o “Rising” como o meu disco preferido de 1976. Dos discos que vocês não citaram, apontei o disco “Ramones”, do Ramones, “Leftoverture”, do Kansas, “Wired”, do Jeff Beck, “Desire”, do Bob Dylan. Aliás, o disco do Dylan não pode estar de fora de qualquer lista. Realmente, acho um ano de várias pérolas da música. Só fiquei com medo de ninguém citar o disco do Rush. O Bentão salvou o programa no final do segundo tempo (risos). Senão, vocês iriam ser perseguidos por mais meio século pelos fãs do Rush (risos). Vamos em frente! Abração a todos!

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  2. André Luiz

    Programa Excelente!!!!!!

    Meus preferidos 10 nacionais (sem ordem de preferência):

    O Terço – Casa Encantada
    Casa das Maquinas – Casa de Rock
    Guilherme Arantes – same
    Elis Regina – Falso Brilhante
    Milton Nascimento – Geraes
    Tim Maia – same (Rodésia)
    Cassiano – Cuban Soul 18 Kilates
    Clara Nunes – Canto das Três Raças
    Luiz Melodia – Maravilhas Contemporâneas
    Jorge Ben – Africa Brasil

    Meus preferidos 10 internacionais (sem ordem de preferência):

    Stevie Wonder – Songs in the Key of Life
    Rory Gallagher – Calling Card
    Banco – Come in Ultima Cena
    Camel – Moonmadness
    Genesis – A Trick of the Tail
    La Maquina de Hacer Pajaros – same
    Steely Dan – Royal Scam
    Jeff Beck – Wired
    Thin Lizzy – Jailbreak
    Kansas – Leftoverture

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  3. André Luiz

    Sergio Alpendre, pode ficar falar a vontade: Electric Light Orchestra é MARAVILHOSO!!!!!! Bem melhor do que falar sobre Velvet Underground, Runaways, Ramones e outros nomes SUPERESTIMADOS. Tô contigo e não abro.

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  4. Diogo Maia de Carvalho

    Fiz a minha playlist no Spotify para ouvir durante a semana baseada nas recomendações dessa edição. Parabéns por mais um programa muito bacana.

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  5. João

    Bons discos de 76 não citados:
    UFO – NO HEAVY PETTIN’
    AEROSMITH – ROCKS
    FOGHAT – NIGHT SHIFT
    ALEX HARVEY BAND – STORIES
    NAZARETH – CLOSE ENOUGH FOR ROCK ‘N ROLL
    QUEEN – A DAY AT THE RACES

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  6. monica

    O programa foi sensacional , o José é gênio só ele pra sugerir um ” Duelo de anões” foi hilário chorei de rir , eu volto no José pra presidente.

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  7. Rubens Queiroz

    Salve poeiras! Esquecimento imperdoável: “Zoot Allures”. Faltaram “Sad Wings Of Destiny” e “No Heavy Petting”, mas foi legal a citação do grande Sérgio Sampaio! Thin Lizzy nunca é demais, merece um cast.
    Já que o Sérgio tocou no assunto, fica a dúvida: se o Brasil tivesse descambado para o comunismo? O Chico (excelente cantor/compositor) teria feito música de protesto? Estaríamos ouvindo Rock?
    Só para esclarecer: sou contra extremismos.

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  8. Claudio Rosenberg

    Senhores,
    Um musico que deveria render uma boa conversa seria o Clapton não ? Fica ai a sugestão. O cara é monstro….Onde ele aparece vira ouro desde o Blues até o Pop.
    Grande abraço a todos
    CR

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  9. João Cândido

    Muito bacana o programa, bem diversificado. Eu diria que o Presence do Led Zeppelin é um disco visionário porque apesar de ter sido lançado em 76, já tem um jeito 78/79.

    Queria lembrar do Milton Nascimento, que em 76 lançou dois discos. O primeiro foi o “Geraes” (genial) e o outro foi o “Raça”, que tinha participação do Wayne Shorter e do Herbie Hancock em releituras de temas do Clube.

    abrç

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  10. Daniel Queiroz

    Uma lista com alguns não citados:
    Queen – A Day at the races
    Eagles – Hotel California
    ZZ Top – Tejas
    Led Zeppellin – Presence
    Rod Stewart – A Night on the Town
    Casa das Maquinas – Casa de Rock
    O Terço – Casa encantada
    Raul Seixas – Há dez mil anos
    Roberto Carlos – San Remo
    A barca do Sol – Durante o verão
    Ótimo programa estão de parabéns, tem que ter o quadro duelo de anões, hehehehe

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  11. Fernando Miranda

    Excelente programa,voltei a ouvir o programa a pouco mais de 1 mês,bom ouvir vocês debatendo sobre curiosidades,biografia e discografia das grandes bandas e músicos e outoa assuntos ligados a música e não destruindo bandas como fizeram na terrível edição #22…Só para lembrar sou fã de Rush e Dream Theater rsrs…Façam um programa sobre as bandas de rock progressivo brasileiras e se possível sobre os selos musicais Baratos Afins e Cogumelo Records.Grande abraço a todos.

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  12. , Roberto Arara

    como sempre,mais um grande programa. um ano fantástico para quem gosta de música. apenas um porem, a musica MEU CARO AMIGO, não foi feita pro augusto Boal, foi pra Luis Ayrão, que estava morando lá com a familia. inclusive no ano seguinte o Luiz Ayrão fez uma musica resposta para o Chico.

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  13. William Peçanha

    Caro Daniel, não citado mas devidamente homenageado o “A Day at the Races” do Queen abrindo o programa com a fantástica (como as outras 9 do lp!) “Drowse”, outra obra prima do baterista Roger Taylor… Aliás, vai aí uma dica, o livro do jornalista Phil Sutcliffe sobre o Queen dá uma bela revisada na carreira da banda, de muito interessante comentário sobre TODOS os discos da banda detalhadamente.
    Bom, sobre o programa, esqueceram (eu sei, eu sei, são muitas e muitas bandas…) do último grande disco do Nazareth, “Close Enough to Rock and Roll”, muito bom e depois, acho, foi só ladeira a baixo…
    The Eagles já havia sido citado em poeiras cast passados (o Sérgio inclusive me surpreendeu quando disse que gosta do “The Long Run”…) Difícil, creiam, achar pessoas que gostem desse disco (por favor, deem uma olhadinha no documentário sobre o Eagles que está lá no Netflix, no mínimo, esclarecedor e apaixonante).
    Em 1976 eu aportei por estas paragens onde estou até hoje, onde em 78 achei a bússula na pessoa da minha esposa Eliza e uma dádiva de nome Isabella, para ser convencido a vir morar aqui (sair do Rio de Janeiro para Minas Gerais) “ganhei” uma vitrolinha vermelha da Belair e três compactos, Elton John “Don’t go Breaking my Heart”, Peter Frampton “Show Me the Way” e um outro que não me lembro (mas que não era rock, tenho certeza!), chegando aqui, conheci um primo meio porra louca que me deu de presente de boas vindas três lps: Pink Floyd “Animals”, Yes “Close to the Edge” e Led Zeppelin “Presence”!!
    Depois vieram muitos muitos outros, pois enquanto eu não tivesse (e ainda não tenho!) a discografia desses caras todos eu não sossegaria (e ainda não estou sossegado).
    minha lista de top 10:
    Led Zeppelin – “Presence”
    UFO – “No Heavy Peating” (na verdade, como a maioria sabe, capa do “No Heavy Peating” com lp do “Force It”)
    Nazareth – “Close Enough to Rock and Roll” (clássico)
    Rainbow – “Rising” (“A Light in a Black” é algo inexplicável!!)
    Queen – “A Day at the Races”
    Camel – “Moonmdness” (não dá pra se emocionar com “Song Within a Song”)
    Kansas – “Leftoverture” (perfeito!!)
    The Eagles – “Hotel California”
    Bad Company – “Run With the Pack”
    Rush – “2112”

    Bentão, Jane “Live at Home” é um soco na cara de tão bom!!!

    Mas tem também Uriah Heep “High and Might”, Triunvirat “Old Loves Die Hard”, Black Sabbath “Technical Ecstasy”, Aerosmith “Rocks”, Blue OYster Cult “Spectres”, Wishbone Ash “New England”…

    E MUITO OBRIGADO pela citação aos dois álbuns do KGB, é raro encontrar quem conheça essa banda (lembro de uma matéria em uma das Poeira Zine), e realmente o som da prensagem que eu tenho (ambos) é sofrível, mesmo sem conhecer a prensagem importada, como registro, aquele selo preto da MCA Records é meio matreiro, também tenho o “There’s the Ruby” com um som muito ruim, mesmo selo dos lps do KGB e talvez mesma fábrica na prensagem (???).

    DUELO DE ANÕES FOI SENSACIONAL, ponto total para o grande santista
    José!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Era isso, um forte abraço.

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  14. Caio Alexandre Bezarias

    Mais um ótimo programa, cujo tema também renderia, sem dificuldade, mais de duas horas de duração. Bem, listo apenas cinco discos de 1976 que não foram indicados, que adoro, claro, não me ocorreram dez principalmente porque os discos comentados no programa e os outros citados pelos demais ouvintes praticamente encerraram o assunto:
    Desire – Bob Dylan (maravilhoso, obra-prima);
    Jethro Tull – Too Old to Rock ‘n’ Roll: Too Young to Die!;(meu grupo favorito, não poderia ficar de fora…)
    Tangerine Dream – Stratosfear;
    Üdü Ẁüdü – Magma;
    e por último, mas não menos, um que confesso me espantou vocês não citarem, pois todos conhecem a música brasileira de alto a baixo, de fio a pavio ao máximo, outra obra-prima: Imyra, Tayra, Ipy – Taiguara (com Hermeto Pascoal nas flautas!)
    Ainda sobre a discussão a respeito do prog francês: quem dentre vocês curte Atoll?
    ‘Duelo de anões’ – ha ha ha ha.Por essas e outras que vocês três consideram o José seu guru!
    Grande abraço a todos.

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  15. mario jose pereira

    (((76))) Raul Seixas Há 10 Mil Anos/olímpiadas de Montreal/Morre MAO e JK/período final de uma época porque no ano seguinte outros estilos e conceitos reinariam por décadas – e somente tempos depois nova releitura desta fase 76 /cinema clássicos Rocky um lutador -Dona Flor – Doces Bárbaros -Taxi Driver – The Man Who Fell to Earth -Helter Skelter -OZ 1976 – na tecnologia grandes descobertas para o futuro atual WEB /

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  16. Luís André Araújo

    Mais um excelente programa!!! Lembrou os velhos tempos, com programas de mais de uma hora. Quando o assunto rende é assim, não se preocupem em ‘cortar o barato’ rsrs

    Esses programas sobre discos de “Ano X” sempre são muito bons, porque temos um panorama da época, passando por vários estilos. Então fica a dica para vocês fazerem, ainda neste ano, sobre discos de 1966 e 1986. Mas também valeria fazer programas para discos que estão completando 45 anos (de 1971) e 35 anos (de 1981), já que apenas em 2021 teríamos “datas fechadas” para essas celebrações, e daqui pra lá tem muito tempo.

    Sobre 1991 (25 anos agora) vocês poderiam debater a chegada dos anos 90 e o cenário com a explosão das bandas de Seattle (grunge, etc.) e o início da popularização dos CDs. O rock de Seattle nem é de perto minha praia, não curto, mas acho que é um tema historicamente relevante, para analisar aquele contexto… Não gosto só dos programas das bandas que curto, pois sempre se pode aprender bastante lendo e ouvindo sobre coisas que não são da nossa praia.

    Outro fato histórico de 1991 é o surgimento da Nuvem Nove, né isso?! Pô, nada mais óbvio (pra todos vocês, e principalmente pro José, claro) que um programaço lendário repassando essa história a limpo.

    Para voltar a falar sobre os discos de 1976, óbvio que era natural que algumas coisas muito boas não fossem citadas, como alguns amigos já lembraram o ‘Zoot Allures’, ‘A Day At The Races’, etc. Confesso que não lembro se alguém citou o ‘África Brasil’ de Jorge Ben e o ‘Hejira’, da Joni Mitchell. Mas é isso, não dá pra citar todos os bons discos de um ano bastante rico em lançamentos.

    Mas quero enfatizar excelentes lembranças, como o ‘Meus Caros Amigos’, de Chico Buarque; o ‘Estudando o Samba’, de Tom Zé; o ‘Cartola’; e o ‘Tem Que Acontecer’, do Sérgio Sampaio. Sinto-me particularmente ‘representado’ por essa capacidade que vocês têm de debater rock mas não ficarem presos nisso. Só para ficar em alguns exemplos, em alguns programas vocês já citaram o ‘Gagabirô’, do genial João Bosco (de 1984) e vez ou outra exaltam o Sérgio Sampaio, o José já falou do Taiguara e por aí vai. Essa capacidade de mostrar horizontes mais amplos dá muitos pontos pra vocês, pelo menos na minha opinião. rsrs

    Por fim, a cada programa (que tem sido um melhor que o outro) sigo com a preocupação da história da interrupção ou não das gravações. Por tudo isso que escrevi aqui, sigo na torcida para que o poeiraCast tenha longa vida. A história do livro do Bento Araújo no Catarse mostra que é possível encontrar saídas e viabilizar os projetos. Espero que haja uma saída pro podcast, desde readequação dos custos, buscando armazenamentos gratuitos ou mais baratos, busca de patrocinadores, campanhas, etc. O que sei é que essa produção deve continuar. O retorno pro ‘Linho Sonho Delirante’ é uma mostra de que ainda tem muita gente nessa trincheira apoiando boas ideias.

    Sigam em frente!
    Abraço

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