poeiraCast 254 – Uriah Heep x Blue Oyster Cult
por Bento Araujo     07 out 2015

Um programa inteiro de Duelo de Gigantes entre as duas grandes bandas, uma britânica e uma norte-americana.

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  1. Pedro

    Excelente programa. Dos melhores de 2015. Duas grandes bandas. Fico com o Uriah Heep em todos os quesitos, a exceção da produção. A qualidade das gravações do Blue OC na Columbia dá “de relho” nas gravações do Uriah Heep desde a Vertigo. Se o Uriah Heep tivesse maior qualidade geral nas produções (melhor ambiência nas harmonias vocais mágicas e um pouco mais de “controle” no wahwah, meio over, p.ex.) ficaria “pau e corda” com Led Zeppelin, Purple ou Sabbath.
    Fica como sugestão um “duelão” Deep Purple x Black Sabbath ou Gentle Giant x King Crimson.
    Abração.
    (ainda preciso das poeiras ns. 1 e 2 pra fechar).

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  2. Diogo Maia de Carvalho

    Programa bacana demais, um dos melhores da temporada e pra deixar o meu voto registrado: Uriah Heep, com certeza. Gosto muito do BOC, mas no conjunto da obra a banda do lado certo do Atlântico leva a melhor.

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  3. Antonio Simas

    Martin Birch produz o Iron Maiden do Killers até o Fear Of The Dark, conferi aqui. Um dos melhores do anos mesmo! Os programas mais descontraídos são mais legais, vocês tem conhecimento e histórias o suficiente para se livrar um pouquinho das pautas 🙂 Parabéns!

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  4. Antonio Simas

    Martin Birch produziu o Iron Maiden do Killers até o Fear Of The Dark, conferi aqui. Ótimo programa, descontraido e divertido demais. Vocês tem conhecimento e histórias o suficiente para se livrar um pouquinho das pautas. Parabéns! 🙂

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  5. George Garcia

    Eu acho o “Fire Unknow Origin” o melhor álbum de Hard Rock de todos os tempos. Ah, vcs esqueceram de citar um dos discos mais subestimados do BÖC, o Imaginos de 1988.Dizem que demorou 8 anos para terminar e teve a participação do Joe Satriani e do Rob Krieger do Doors. Ele foi concebido pelo Sandy Pearlman, baseado em poemas de sua autoria da década de 60.

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  6. monica

    Muito bom programa tive crise de riso( tô rindo até agora ), nunca pensei que ia ter Duelo de Gigantes com “quem é mais bonito”, absurdo total! Esse programa só confirma minha teoria que vôces rendem mais quando improvisam e sem as pautas ; o José tava inspiado com o “charme ” do David Byron , até o Ricardo “caiu ” no “charme” do cara , hilário, agora falar que o Ken Hensley é uma versão piorada do Geddy Lee foi demais para mim é o contrário sem medo de ser zoada (serei?) gente façam outro desse tipo a ideia foi ótima.
    Mônica

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  7. Eduardo

    Gostei muito do formato desse programa, porque vocês fizeram praticamente uma analise de cada disco das bandas. Algo que não ocorre quando vocês fazem um programa sobre determinada banda.

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  8. moodyxadi

    Cara, vcs esqueceram do Wonderworld e pularam do Sweet Freedom pro Return to Fantasy. Tudo bem que o Wonderworld é de longe o mais fraco da formação clássica, mas o lado A é matador (só não sou fã de So Tired, canção estradeira meio vagabunda). Porra, e o baixo do Thain em Suicidal Man?
    Tudo bem que eu sou viciado porque o Wonderworld (1974) foi o meu primeiro álbum do Heep e é do ano em que eu nasci (grandes merdas, né). Mas o lado A encara de frente qualquer um dos três anteriores (retirando a malfadada So Tired). Abraços & keep on rockin’!

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  9. Marcio Abbês

    Parabéns pelo belo programa! Acho que o programa já nasceu com uma banda vitoriosa (risos). Vocês me mataram de rir. O Byron era realmente charmoso. Byron era o Waldick Soriano do rock (risos). A minha irmã tinha uma verdadeira paixão pelo cantor. O Zé tem bom gosto (risos). Gostei da forma interrogativa que o Zé disse: “David Byron é charmoso, né?”. Morri (risos). O BOC fez grandes álbuns, mas o Uriah Heep trouxe a sua sonoridade única nos seus grandes discos clássicos dos anos 70. Prefiro o Uriah Heep em quase todos os quesitos. Ganha no conjunto da obra, como bem disse o Diogo. Só acho o Buck Dharma melhor guitarrista que o Mick Box. O guitarrista do BOC é excelente e fundamental no brilho das músicas da banda. Agora, respondendo a pergunta: “Cultösaurus Erectus” é um grande disco e faz o “Conquest” passar literalmente voando debaixo da mesa. O programa foi genial! Tenho orgulho de vocês, principalmente dos comentários sobre beleza do Zé, que poderia participar de qualquer júri de concurso de fantasia do Copacabana Palace (risos). Abração a todos!

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    1. Marcio Abbês

      Só para falar sobre a questão da produção trazida pelo Pedro, concordo com ele que os três primeiros discos do Uriah Heep poderiam ter uma melhor produção. Por outro lado, “Demons & Wizards”, “The Magician’s Birthday”, “Sweet Freedom” e “Live’73” têm uma excelente produção, principalmente o inicialmente citado. O “Demons & Wizards” traz um equilibrio perfeito entre graves e agudos. Considero uma das melhores gravações já realizadas no rock. O “Live ’73” é um dos melhores ao vivo de todos os tempos. A música “July Morning” foi melhor registrada no disco ao vivo do que no de estúdio. Na minha opinião, “Demons & Wizards” é o melhor disco do Uriah Heep e “Secret Treaties” é o melhor do BOC. Escutem este disco e vocês vão entender o porquê da minha preferência em relação ao Buck.

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      1. RICARDO MATOS MACHADO JORGE

        O próprio Mick Box dizia que os três primeiros álbuns mereciam ter tido melhor produção em especial o Magician’s, mas o impeto do produtor em extrair o melhor deles falou mais alto, ou seja, foi imposto aquele ritmo meio que na base da livre espontânea pressão.

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      2. RICARDO MATOS MACHADO JORGE

        O próprio Mick Box dizia que os três primeiros álbuns mereciam ter tido melhor produção em especial o Magician’s, mas o impeto do produtor em extrair o melhor deles falou mais alto, ou seja, foi imposto aquele ritmo meio que na base da livre espontânea pressão.

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      3. Pedro

        Sim Márcio, mas não me refiro só à qualidade da gravação, mas em alguns excessos que tornam alguns discos do Uriah Heep um pouco “kitsch” demais, como alguns excessos de wahwah e pra ser sincero as vezes a bateria fica “atrás” demais pro hammond brilhar com mais intensidade, o que fica melodramático demais. Mas concordo com a turma que o lado “kitsch” do Uriah Heep fez da banda o que ela é pra nós fãs. Com menos excessos seria mais ainda. Abração.

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        1. Marcio Abbês

          Respeito à sua opinião, Pedro. Por outro lado, acho que o Uriah Heep não seria o Uriah Heep sem o wah-wah do Mick Box e o slide do Ken Hensley. Isso faz parte do que a banda se tornou em matéria de criatividade. Em relação à minha opinião sobre a bateria, acho que a condução do Lee Kerslake sempre foi de extremo bom gosto, leve e preciso, mas a do novo baterista, Russell Gilbrook, traz excesso de peso em algumas músicas. A banda é realmente brega, porém sensacional! Gosto muito da fase Bernie Shaw, que é um dos melhores vocalista de Hard da atualidade.

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          1. Pedro

            você tem total razão Marcio, menos quanto ao Bernie Shaw, rsrsrsrs. Vi o sujeito ao vivo e… bah… não me agrada, mas respeito. Quanto ao Lee Kerslake falamos a mesma coisa. Estupendo baterista, mas escondiam a bateria – em alguns momentos a cozinha inteira – pra sobressair o clima melodramático dos teclados, coisa de mixagem. Cito como exemplo o High and Mighty, um disco que com um tratamento melhor na finalização seria mais que perfeito. As vezes “menos é mais” e no caso do Mick Box era “mais wah wah, mais wah wah”, rsrsrsrs, mas é um baita guitarrista sim. Abraço.

  10. Caio Alexandre Bezarias

    Não há como não parafrasear vários dos comentários acima:um dos melhores programas de 2015, e do Pzcast todo. Fez encontrar nuances novas nos grupos em questão, além de causar uma epidemia de risos entre os ouvintes. Que repitam essa estrutura (um duelo de gigantes que toma todo o programa) mais vezes, além daquela de abrir um livro aleatoriamente.
    Sobre os grupos: BOC é foda,mas Uriah vence em quase todos os quesitos. Mas fiquei inconformado por vocês quase pularem (só houve uma menção muito ligeira) o The revolution by night, um dos melhores discos de AOR dos 80´s, na minha modesta opinião.
    Pedro,Marcio: essa discussão sobre a tal cafonice do Uriah iria longe, daria até para se fazer uma edição inteira sobre o tema – grupos e cantores considerados cafonas, mas que os roqueiros apreciam, e aqueles que flertam com a ‘coisa’. O que acha, Bento?
    Sobre o ‘charme’ do Byron… Não me contive, atendi a sugestão do Ricardo e olhei atentamente a capa da PZ 29. Ri como doido, sem mais comentários!!!
    E last but not least( quem usava essa expressão na finada Bizz, nos anos 80?), sobre um dos próximos programas ter como tema nossos comentários… Que temor e que expectativa, kkkkk. Já que vão zoar mesmo minha paixão pelo Palmeiras, para assim zoarem o Bento e o José, comunico aos irmãos Alpendre que não guardarei rancor dos ataques que certamente desferirão contra o Glorioso Verdão, pelo contrário, defendo que vocês ‘acabem com o Poeira Cast’, de novo e com frequência, como o próprio Bento já observou várias vezes. Inclusive, se você bem lembra, solicitei que os dois continuassem a soltar suas pérolas, pessoalmente, após o show do Faust, no CCSP, em 2011.
    É isso aí, grande abraço a todos.

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  11. Gabriel

    Parabéns pelo programa! Sensacionais bandas e ótimo debate.

    Discordo fortemente quanto ao duelo Mick Box vs. Buck Dharma. O Mick Box não é nem o melhor guitarrista do Heep, quem dirá melhor do que um dos grandes riffmakers do rock estadunidense dos anos 70.

    Também discordo quanto aos discos ao vivo: o Uriah sempre foi uma banda mais fraca ao vivo do que em estúdio enquanto o B.Ö.C. sempre manteve o nível, em passagens antológicas como o “On your Feet and on your knees” e o MARAVILHOSO “Some Enchanted Evening”

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  12. Alexandre

    Olá! Comecei a ouvir há pouco tempo e já gosto muito! Excelente! Eu só faria uma crítica construtiva: Às vezes a galera fala ao mesmo tempo e a discussão vai muito rápido! Sigo na escuta. Grande abraço.

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