poeiraCast 494 – Grandes duplas de guitarristas do rock
por Bento Araujo 03 abr 2024

Este é o mês em que comemoramos 15 anos de poeiraCast! Para celebrar, uma lista com esse número, e o assunto escolhido foi esse, que ainda não tínhamos abordado. Com certeza vai faltar a dupla preferida de alguém, mas aí estão 15 grandes duplas de guitarristas do rock, comentadas uma a uma.

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  1. João Cândido Martins

    Olá.Parabéns a vocês por esses 15 anos. Vi todos, dei risada, concordei, discordei, muitos dos programas escutei duas, três vezes. Foi o caso do programa 21, que vocês trataram do Rock Experimental Alemão. O Damo Suzuki tinha recentemente visitado o Brasil e vocês receberam a visita do PB, que à época mantinha um blog de bizarrices musicais, com ênfase em música proto-eletrônica, digamos assim. Além do conhecimento do PB, o que me marcou nesse programa foi a gargalhada do cara, que conseguia ser mais bizarra que os sons que ele pesquisava. O blog não existe mais. O programa seguinte (22), foi polêmico, vocês abordaram o Rush rs.

    Claro que, ao longo desses 15 anos, houve momentos em que não acompanhei, cheguei a ficar quase um ano sem ouvir, mas sempre voltei e acabei me atualizando no que eu havia perdido. Aprendi muito com vocês e sinto falta dos comentários do Zé Damiano e do Sérgio.

    No caso do Zé, inclusive, adotei um bordão do cara: “o que é, é”. E outra frase dele que sempre dei risada (sobre coleções): “um homem é aquilo que ele tem na parede. O que ele fala no bar não conta”. Profundo isso rs… Sinto falta das intervenções dele e da interação entre todos vocês. Falando na real, nesses 15 anos não apareceu nada da mesma qualidade do Poeiracast (e tô considerando toda essa onda recente de canais do youtube, etc).

    Teve momentos muito engraçados como o Zé Damiano contando a história da caixa da Carmen Miranda que o Ricardo comprou. E eu também gosto da Carmen Miranda (não tudo, claro, mas ouço coletâneas numa boa). Só que a galera não perdoou rs.

    E lá bem no começo também tinha aquela coisa:
    -Sérgio, o que você ouviu essa semana?
    -Essa semana reescutei os dois primeiros do Depeche.
    -Yawza, Yawza

    Tinha o psicopata da moto que passava bem ao lado da gravação toda vez e ficava dando voltas na quadra.

    O programa em que o Zé comentou sobre o cruzeiro Moody Blues.

    Mas o momento que mais ri de todos esses programas foi quando vocês contaram sobre o dia em que estavam na loja conversando sobre clássicos do cinema erótico e um cliente disse que tinha uns filmes dele e que ia levar lá. E o cara levou mesmo, mas eram filmes dele próprio em ação. Realmente nesse dia eu ri sozinho ouvindo isso.

    Esse lance da suposta influência do Talking Heads no King Crimson 81 foi uma das poucos discordâncias que tive em relação a vocês. Acho que, na verdade, foi o contrário, o Fripp exerceu uma forte influência sobre a geração pós-punk, tocou com a Blondie… Ele também toca naquela música I Zimbra, do disco do Talking Heads de 79. E fazendo as escalas circulares tradicionais dele, mas já no contexto 80… então, o Kc 80 já estava embrionário no som do Talking Heads porque o próprio Fripp já anunciou no disco do TH o que ia fazer dois anos depois, no primeiro disco da trilogia 80. Só minha opinião, com todo respeito rs…

    E ó pra concluir, queria dizer que quem curte toda a sonzeira 50/60/70, como eu, que entrei nessa em 83 ao 10 anos de idade, sabe que é difícil encontrar pessoas que conheçam o assunto com profundidade. As pessoas curtem stones, led, conhecem algumas músicas do Hendrix, da Janis, mas se você quiser conversar sobre, sei lá, Tassavalant Presidenti, Almendra, Museo Rosembach, TRETIOÅRIGA KRIGET (vocês procuraram a pronúncia desse nome com a voz do google) ou A Barca do Sol, vai ser difícil encontrar alguém. E foi por isso que eu passei esses 15 anos escutando direto vocês. Obrigado mesmo.

    Fica a sugestão de um encontro dos 4 no programa 500. Seria bem legal.

    Grande abraço.

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