poeiraCast 430 – O Selo Repertoire
por Bento Araujo     11 set 2019

Uma conversa sobre o cultuado selo de relançamentos alemão, que há décadas abastece os fãs de rock, principalmente das décadas de 60 e 70, com um catálogo pra lá de interessante.

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Ernesto Sebin, Evandro Schott, Flavio Bahiana, Herval Domingues, João Roberto Tayt, Lindonil Reis, Luis André Araujo, Luis Kalil, Luiz Paulo Jr., Marcelo Moreira, Marcio Abbes, Marco Aurélio, Ricardo Nunes, Rossini Santiago, Válvula Lúdica, Vandré dos Santos e Wilson Rodrigues.

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  1. Marcio Abbês

    Repertoire se tornou selo de qualidade. Comecei a comprar tudo do selo sem ouvir os discos. Já sabia que iria ter uma bela audição. O primeiro e segundo disco do Ken Hensley são uma extensão da discografia da melhor fase do Uriah Heep, a do Byron. Parabéns pelo programa! Saudades desse quarteto de professores da boa música!

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  2. Vandré Santos

    Uma pergunta para vocês, talvez para o José: quando foram lançados discos pouco conhecidos aqui no Brasil nas décadas de 70 e 80, vocês compravam e esperavam uma surpresa positiva ou seguiam alguma indicação? Por exemplo o Armageddon que foi lançado aqui.
    Extendendo mais um pouco. Eu em minha fase mais “metalhead” chegava às vezes em lojas e comprava disco pela capa (tive mais surpresas positivas do que negativas).
    Abração.

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  3. Roberto Arara

    Salve galera do poeira.mais um programa legal.Eu tambem Adoro vinil, e não gosto de cds, porem nunca tirei a grande importancia dele ,por causa desses relançamentos, acho que mais de noventa por cento de tudo que conheço ,foi por intermedio dos cds, então não da pra menospreza-lo. na minha coleção por exemplo, eu nao conto os cds, apenas os lps, mas tenho muito mais cds do que lps. Agora sobre o galinho da Repertoire, ele é o Chantecler ( o mesmo da gravadora Chantecler) um personagem de fábulas muito famoso na Europa, uma historia bonita e triste ao mesmo tempo, resumindo , o Chantecler era o galo que “acordava” o sol, e todos sabiam , inclusive ele, que o sol só nascia por causa do canto dele, ele era a criatura mais importante de toda a comunidade, era reverenciado por isso, um dia ele dormiu até mais tarde e o sol nasceu, quando ele percebeu que não era ele que trazia o sol, ele morreu de tristeza, é um simbolo muito usado principalmente nos paises do leste europeu. Bem, abraços e até a próxima quarta.

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  4. Cleiton

    Rapaz, ouvindo esse podcast me deu um negócio quase ruim. O relato do Sérgio Alpendre falando do “caminhãozinho da Repertoire chegando”, “CD’s a seis reais” e “eu metia a mão, veio um monte de Shocking Blue.” Que época! hahah
    Um abraço a todos!

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