poeiraCast 391 – Tecladistas
por Bento Araujo     31 out 2018

Neste episódio, falamos dos tecladistas favoritos da casa, alguns dos mais geniais e influentes do rock.

Torne-se um apoiador do poeiraCast e ajude a manter o podcast semanal da poeira Zine no ar. Saiba mais clicando AQUI.

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Artur Mei, Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Claudio Rosenberg, Ernesto Sebin, Evandro Schott, Flavio Bahiana, Lindonil Reis, Luis Araujo, Luis Kalil, Luiz Paulo, Marcio Abbes, Marcos Oliveira, Mauricio Pires, Pedro Furtado Jr., Rodrigo Lucas, Rossini Santiago, Rui Silva e Wilson Rodrigues.

Baixe esta edição do poeiraCast
  1. Isidoro Hofacker dos Santos Jr

    Buenas povo – um tecladista menosprezado por aqui é o Patrick Moraz, por vários motivos (leia-se Vímana). Mas vale lembrar que em “Talking Out of a Turn” dos Moody Blues e no trecho “Soon” do Relayer do Yes, 2 das mais populares faixas dessas bandas aqui no Basil – quem estava nos teclados era o suiço!!

    Responder
  2. Marcelo de Almeida Garcia

    Olá. Muito bom que vocês gostaram da minha lista.
    Algumas considerações:
    Keith Emerson é meu tecladista preferido dentre todos.
    Não sei como alguém consegue ouvir Kayak.
    Graham Bond ficou de fora.
    Depois de um longo período desempregado, vendi todos os meus quase 210 LPs do Frank Zappa. Mas aindatenho os CDs e DVDs.
    Abraço a todos.

    Responder
  3. Thiago Bernardi

    Beleza de tema e de programa, falo como representante da “raça” :). Queria contribuir lembrando um pouco mais da galera não-prog, que pode não ser tão referência de virtuosismo clássico, mas que inspira muita gente, também tendo uma bela importância dentro das suas bandas e do rock’n roll. Alguns exemplos são o Gregg Rollie dos bons tempos do Santana (que ainda é um vocalista sensacional), Goldy McJohn, do início do Steppenwolf, Billy Powell no Lynyrd Skynyrd, a dupla da the Band Garth Hudson e Richard Manuel, entre outros. Todos eles fazem parte do caldeirão sonoro de pilotos de Hammond, Piano, Clavinet, Moog e outros brinquedos que me influenciam quando toco ou componho, especialmente na minha banda Smokestone (desculpa o jabá:)), além dos já citados Steve Winwood, Ian Maclagan, Alan Price, Jon Lord, Ken Hensley, Ray Manzarek e Billy Preston. Do pessoal mais novo, tem um cara que acho espetacular e que vale a pena ouvir, o Lachy Doley, um australiano que comanda um power trio sem guitarra e arrebenta no Hammond com um estilo bem próprio e uma banda holandesa chamada Dewolff, que também é um trio bem jovem com um sonoridade Hard-Psicodélica em que o tecladista é fundamental, usando muito Hammond e fazendo os baixos no Moog. Abusando do espaço, queria deixar uma sugestão de tema futuro: as jam bands americanas, aquela galera apadrinhada pelo Grateful Dead e ABB. Uma cena que me agradam muito e é um mundo à parte dentro da música dos EUA, com festivais e público próprio. Valeu, desculpa o textão 🙂 e abraços from Curitiba!

    Responder
  4. Thiago Ribeiro Bernardi

    Beleza de tema e de programa, falo como representante da “raça” :). Queria contribuir lembrando um pouco mais da galera não-prog, que pode não ser tão referência de virtuosismo clássico, mas que inspira muita gente, também tendo uma bela importância dentro das suas bandas e do rock’n roll. Alguns exemplos são o Gregg Rollie dos bons tempos do Santana (que ainda é um vocalista sensacional), Goldy McJohn, do início do Steppenwolf, Billy Powell no Lynyrd Skynyrd, a dupla da the Band Garth Hudson e Richard Manuel, entre outros. Todos eles fazem parte do caldeirão sonoro de pilotos de Hammond, Piano, Clavinet, Moog e outros brinquedos que me influenciam quando toco ou componho, especialmente na minha banda Smokestone (desculpa o jabá:)), além dos já citados Steve Winwood, Ian Maclagan, Alan Price, Jon Lord, Ken Hensley, Ray Manzarek e Billy Preston. Do pessoal mais novo, tem um cara que acho espetacular e que vale a pena ouvir, o Lachy Doley, um australiano que comanda um power trio sem guitarra e arrebenta no Hammond com um estilo bem próprio e uma banda holandesa chamada Dewolff, que também é um trio bem jovem com um sonoridade Hard-Psicodélica em que o tecladista é fundamental, usando muito Hammond e fazendo os baixos no Moog. Abusando do espaço, queria deixar uma sugestão de tema futuro: a cena das jam bands americanas, todas apadrinhadas pelo Grateful Dead e ABB, que me agradam muito e é um mundo à parte dentro da música dos EUA, com festivais e público próprio. Valeu, desculpa o textão 🙂 e abraços from Curitiba!

    Responder
    1. Ricardo Alpendre

      Obrigado, Thiago!
      Seus comentários não estavam aparecendo porque foram parar no filtro pra aprovação. Não sei qual é o critério do sistema. Os meus próprios comentários também vão todos, e eu sempre tenho que ficar entrando lá e aprovando, rsrs.

      Responder
      1. Thiago Ribeiro Bernardi

        hahahaha valeu Ricardo… como foi meu primeiro comentário, achei que tinha dado erro. Se quiserem, podem deletar o comentário repetido. Valeu, abraço a todos.

        Responder
  5. Roberto Arara

    Salve galera do poeira.Programa genial hoje,eu particularmente amo teclados,ousaria ate dizer que gosto mais de orgão do que de guitarra, a todos esses genios que voces citaram, gostaria de acrescentar apenas dois, o Jorge Garcia Banegas, do Psiglo,que conheci ainda garoto, e nunca saiu do meu top 5 de bandas preferidas de todos os tempos, e no Brasil o Felix Wagner. Genial o Bento ouvindo Zappa com a Lorena, acho que já comentei aqui, que quando minha filha entrou na escolinha, com 2 anos de idade, todos os dias ela chegava e nós ouviamos o Studio Tan,todos os dias durante anos, ela cantava o disco inteiro, decorou todas as falas do The adventures of Greggery Peccary.ainda hoje ouvimos com certa frequencia,ela esta com 21 hoje.O bom é que claro ,com o tempo ela vai descobrir coisas que vai curtir ,mas nunca vai esquecer o que ouviu na primeira infancia. Valeu mesmo , abraços, até proxima quarta.

    Responder
  6. Caio Alexandre Bezarias

    Ótimo programa.
    Sou um desses que gosta mais do som do teclado que da guitarra; aliás, curioso, sobre essa coisa, bem anos 80, do preconceito para com grupos de rock com teclados, principalmente no heavy metal: para mim era(e é) exatamente o contrário, se eu acabava de ler a respeito de um grupo e encontrava tecladista na formação imediatamente ficava mais interessado e dava um ponto para o grupo em questão! Inclusive no heavy metal, nunca comprei o papo que o som dos teclados ‘pausterizava’, ‘tirava o punch’ do metal.
    Sobre o duelo de gigantes: dois grupos muito inteligentes, criativos, mas Magma, sem dúvida, que consegue ser mais experimental e louco que o Gong.
    Grande abraço a todos.

    Responder

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *