poeiraCast 379 – Grateful Dead
por Bento Araujo     01 ago 2018

Nosso assunto nesta semana é o grupo californiano Grateful Dead, que, com três décadas de atividade, conquistou uma verdadeira legião de “deadheads”. Por uma feliz coincidência, este episódio é lançado no aniversário do mais famoso integrante, o membro fundador Jerry Garcia (1942-1995).

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  1. João

    Como já tenho o CD do Bowie que está na promoção, vou aproveitar para parabenizar o José, pois revi estes dias o documentário sobre a Nuvem Nove, depois de 10 anos de ter visto a primeira vez. Realmente uma pena praticamente não termos mais lugares como estes hoje em dia. José, nunca pensou em voltar a ter a loja, num esquema em menor escala, que fosse?

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  2. roberto arara

    grande programa hoje, pode-se ate nao gostar do Dead, que não é o meu caso, mas não dá pra minimizar sua importancia no cenario da musica. ea capa do the next day do Bowie é releitura do HEROES. ate a proxima semana galera.

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  3. Gabriel Fernandes

    Morei na Itália em 2016-2017 e corroboro com o José: antes de pisar lá eu desconhecia a obra do Vasco Rossi e fiquei ESTUPEFATO que um artista nacional de rock conseguia lotar o San Siro com tal facilidade. Um fenômeno!

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  4. Cleiton Rolo

    Esse foi um dos melhores programas, sem dúvida. Além do papo sobre Grateful Dead, foi bom descobrir também alguns nomes da cena italiana que já está tocando aqui. Valeu, abraços!

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  5. José Carlos Soares

    Muito bacana essa (aguardada, por mim)edição do programa dedicada ao Grateful dead, uma das bandas que eu mais gosto (embora não me interesse muito pelo que fizeram do Terrapin Station em diante rs); esse programa me fez lembrar dessa matéria publicada na revista trip a alguns anos, contando um pouco sobre a banda, a relação de culto que existe com os fãs, enfim, vale a pena a leitura:

    https://revistatrip.uol.com.br/trip/louvado-seja-deus

    Valeu, abraço

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  6. Joao Candido

    Otimo programa como sempre. Grande escolha Grateful Dead. A musica terrapin station e a maior incursao da banda pelo prog. Queria lembrar do disco Hooteroll, de 1971, parceria entre o Jerry Garcia e o tecladista Howard Walles. Muita sonzeira, em alguns momentos lembra Miles fase eletrica. Abraco

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  7. Eduardo Zaidan

    Meu Top 5:

    Tirando Beatles e Rolling Stones que são Pelé e Messi.

    The Who
    The Kinks
    Yes
    Steely Dan
    R.E.M.

    Quando começou o programa, o Sérgio não gostava do Grateful Dead, ele disse que mudou de ideia em 2015 mais ou menos, não sei quanto tempo antes ele já estava na tentativa

    Eu tenho 24 anos, faz 8 anos que estou tentando e ainda não consegui. É tipo um vestibular pro ITA ou uma Fuvest. Quem sabe uma hora eu consigo.

    Isso é um tema interessante, existem artistas e discos level hard. Tipo Gentle Giant, Todd Rundgren, Zappa. O disco mais difícil pra mim até hoje foi o Bitches Brew, foi necessário muita dedicação kkkk

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  8. Zózimo Fernandes

    Mais um ótimo programa do melhor podcast de música da galáxia. A lamentar, apenas o fato de que somente o José citou o The Who no seu top 5 de bandas favoritas; o que me tornou um admirador ainda maior do mestre. Quanto ao Grateful Dead, acho que a matéria daria margem a um outro tema – bandas com grande quantidade de discos póstumos. Abraços a todos

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  9. Caio Rocha

    Ótimo programa. Beatles, Stones e Led Zeppelin que me desculpem, mas a banda que não dá pra contar junto com as outras é o Grateful Dead. Sem dúvida a grande banda da contracultura no ocidente. Tem mais livros e trabalhos acadêmicos sobre do que qualquer outra banda, e muito mais registros de shows. Transcendem muito a música, mas sempre a partir dela. O Workingman’s Dead, o American Beauty, o Wake of the Flood, o Mars Hotel, o Blues for Allah e o In the Dark são álbuns de estúdio excelentes, mas só pegando os shows pra se ter uma ideia melhor do que eles faziam, em todas as fases (inclusive as que não produziram grande coisa ou coisa nenhuma em estúdio, como o final dos 70 e o começo dos 90). Já que vocês citaram os Allmans, eles não teriam existido sem o Dead e admitiram isso diversas vezes; o Duane no fim da vida/auge levava nas turnês centenas de discos pra ouvir, todos de jazz menos o Live/Dead: jams longas e sempre diferentes, improvisações coletivas transcendendo estilos musicais e 2 bateristas, vocês acham que eles pegaram da onde? Podem contar mais um DeadHead brasileiro aqui.

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