poeiraCast 335 – O racismo no rock
por Bento Araujo     19 jul 2017

Tão presente na sociedade, o racismo também dá as caras no rock, e é ele o nosso assunto neste episódio.

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  1. Pedro Furtado Jr

    Um dos melhores programas da história do poeiracast. Combater toda forma de preconceito e discriminação deve ser lema da vida de todos os que amam a boa música e em
    especial o rock n roll. Alma não tem cor! Abraços. Vida longa e próspera!

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  2. Matheus

    A impressão que eu tenho é que metal nos estados unidos é coisa de redneck.

    Já vi o André Barcinski falar que foi em shows do Judas e do Sabbath (na época da primeira reunião) por lá nos 90 e só tinha branco na plateia. E também bandeira dos confederados por todo lodo, várias lojas de armas por perto, etc.

    E o James Hetfield do Metallica deu umas declarações meio controversas nos anos 90, com tom meio racista também.

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    1. rubens queiroz

      Blz Matheus? Também li esse artigo do Barcinski mas acho que não tinha ninguém na porta proibindo a entrada ou mesmo incitando violência contra os negros. Será que nos shows de Funk (favor não confundir com a “coisa” que toca por aí que não é Funk) tinha gente branca?
      Abraços.

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  3. Caio Alexandre Bezarias

    De fato,um dos melhores programas desses mais de oito anos de Poeira Cast: denso, faz pensar, tirou alguns heróis do rock do pedestal. Mas… sempre tem o mas. Sobre o citado episódio do dj que incitou ouvintes a queimar discos de disco music: Grande José, sua hipótese carece de substância, em minha humilde opinião. A hipótese do Bento (briga por mercado,em síntese) é bem mais consistente. E se atacar a disco music é sexismo e homofobia,então Frank Zappa também seria preconceituoso e sabemos bem que não é nada disso, ele não suportava burrice e pensamento bitolado. Cito o mestre por causa da canção ‘dancin fool’, do álbum Sheik Yerbout, na qual ele esmigalha o gênero…
    Grande abraço a todos.

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  4. Roberto Arara

    Fala galera, eu disse que voces esqueceram o NOME do Leo Seyer, quando estavam comentando uma musica dele, e o Sergio disse não lembrar quem cantava. Pelamor de Deus, Não to defendendo a lembrança dele não. valeu.

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  5. Gabriel Marchetti Garcia

    Olá moçada , eu já relatei esse fato no podcast que falou sobre os negros no rock , aqui no brasil , mais precisamente em Três Pontas MG, cidade na qual foi criado Milton Nascimento desde os 2 anos de idade, pois bem , ele uma vez foi barrado no clube recreativo da cidade e convidado a entrar por uma outra entrada , e com isso , o bituca nunca mais entrou no clube devido à mágoa que ele ficou, abraço

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  6. Claudio

    Bom dia pessoal,
    Se possivel teria como comentar qual o nome da musica/banda que toca nas aberturas do programa ? Algumas conheço, mas outras gostaria de conhecer mais sobre a banda/musico.
    Obrigado!

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      1. Ricardo Alpendre

        Oi, Claudio!
        A que toca na vinheta de abertura desta temporada é Coronarias Redig, do Deep Purple. Caso você se refira à abertura do primeiro bloco deste episódio (logo após a vinheta), é London Berry Blues, uma instrumental do Chuck Berry.
        Abração.

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  7. rubens queiroz

    Salve poeiras! O nome da música do Public Enemy que cita o Elvis é “Fight the Power” do álbum “Fear of a Black Planet” e toca sem parar no filme “Faça a Coisa Certa” (1989), gosto muito dos caras mas foram vítimas de fake news.
    No Heavy Metal tem o Body Count, formada só por negros e o ex guitarrista do Suicidal Tendencies, Rocky George tb é negro.
    Acho que o termo “apropriação cultural” uma idiotice, só fomenta o ódio! E conservador não é racista nem reacionário.
    Sugiro aqui alguns links que podem ser interessantes:
    https://super.abril.com.br/cultura/rocknroll-um-dois-tres-quatro/
    http://tradutoresdedireita.org/o-que-e-conservadorismo/#sdfootnote2sym
    Abraços.

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  8. Rubens Queiroz

    Salve poeiras! O som do Public Enemy é “Fight the Power” do disco “Fear of a Black Planet” (1990) e toca sem parar no filme “Faça a Coisa Certa (1989), gosto muito dos caras mas foram vítimas de “fake news”.
    Sobre o termo “apropriação cultural” acho que é pura babaquice, pois só fomenta a discorda. Ser conservador NÃO é ser reacionário nem racista.Espero não der censura de novo! Sugiro 2 links para ilustrar o podcast:
    http://tradutoresdedireita.org/o-que-e-conservadorismo/#sdfootnote2sym
    https://super.abril.com.br/cultura/rocknroll-um-dois-tres-quatro/

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      1. Ricardo Alpendre

        Rubens, não sabemos exatamente como funciona o critério do robozinho que manda os comentários para moderação, mas eles não são censurados. Ou seja, podem seguir comentando, que mais cedo ou menos cedo eu vejo as notificações sobre comentários sujeitos a moderação. Acabo de ter que ir à moderação para aprovar uma resposta minha à pergunta do Claudio sobre as músicas. Pior é que isso acontece sempre, hahaha!
        Falando em 1984, esse é o ano do disco do Special AKA (ex-Specials) que estou ouvindo agora e que contém manifestos anti-racismo pelo álbum inteiro. Um primor.
        Abraços.

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  9. william peçanha

    …Por esses dias tivemos um (mais UM!) episódio de racismo contra o cantor/ator Seu Jorge, que fez com que a mídia se incomodasse com o tema e divulgasse desculpas, tanto de um lado (da ofensiva) quanto do outro (do ofendido).
    No rock (e em outras vertentes, artísticas ou não) deve ainda haver essa nojeira, só que não é devidamente divulgado, a não ser que atinja alguma estrela mais “brilhante”.
    O preconceito infelizmente é algo presente, desde lá atrás com Hendrix e outros até os dias de hoje (citado acima).
    O que fazer para dizimar isso de vez?
    Arranhar a garganta em gritos contra esses imbecis, bater o martelo até que o prego esteja todo enterrado, combatê-los com as mesmas armas?… Somos bem mais inteligentes!!
    Quanto às declarações atribuídas a vários artistas (Elvis, Beatles…), podem ser verídicas ou não, certo é que serviram (servem?) para reflexão, tanto é que houve debate entre vocês do que seria ou não proferido por Elvis, o tal Coronel e os Beatles… Tá valendo.
    AGORA: Ouvir vocês (ou cinquenta por cento de vocês) citarem o “Wind and Wuthering” como um grande disco do Genesis foi a cereja do bolo deste Poeira Cast (mesmo sendo colocada no INÍCIO do programa)… Na minha modestíssima opinião, acho que esse disco está cronologicamente errado na discografia, eles devem ter gravado esse ANTES do “A Trick Of The Tail” que é pop até onde parou!!! (tá certo tá certo… tem “Entangled”, “Squonk” e “Ripples”… mas é pop!!!), e já o outro, o “Wind…” só tem TALVEZ um pop hit, que é a tal “Afterglow”… Sérgio, “One For The Vine” e “Blood On The Rooftops” são deleite em estado bruto e sagrado!!!!!
    Um abraço em todos e em cada um.

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