poeiraCast 333 – A fase controversa de Neil Young
por Bento Araujo     05 jul 2017

Após Neil Young assinar um contrato milionário com o selo Geffen, ele iniciou uma série de álbuns controversos devido aos estilos explorados, distantes das expectativas dos fãs mais ortodoxos. E mais de três décadas depois, ouvindo novamente esses discos, eles são melhores do que muitos acharam na época?

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  1. Pedro Furtado Jr.

    Belissimo programa como sempre! Alguns discos do Neil Young são sim controversos, mas não consigo achar qualquer deles ruim no todo. Sempre tem alguma coisa que vale a pena parar pra ouvir. Vale o mesmo pra fase “gospel” do Dylan ou pra alguns discos do Lou Reed no começo dos anos 80… nem tudo tem que ser genial. Música ruim é outra coisa… Vou sugerir de novo um tema: “os multinstrumentistas no rock”. Pode ser interessante. Abraço amigos. Vida longa e próspera.

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  2. Fabian Oliveira

    Ótimo programa, especialmente o Cruza na Área sobre os discos que lembram o tempo da escola. Aproveitando a resposta supercompleta do Cadinho, mando um outro super Cruza na Área pra vocês, dividido em 3 perguntas: 1) Qual foi o primeiro show da vida de vocês (nacional e internacional)? 2) Qual foi o melhor ou mais marcante show da vida de vocês? 3) Se vocês pudessem voltar no tempo pra um show na história da música, qual seria?

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  3. fernando cezar alves

    Será que só eu acho que o último grande disco no Neil Young foi o Psychedelic Pill ??? Acho esse álbum espetacular…

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  4. Evandro Schott

    Muito bom!! Dostoévski e Neil Young no mesmo programa eleva muito o padrão. Gêênios!
    Só discordo do Ricardo qto ao “Idiota” ser um dos melhores livros de Dostoiévski. Poderia bem ser da sua “fase controversa”, junto ao anterior, “O Jogador” que tb não é muito inspirado, autobiográfico e escrito as pressas p vender e faturar algum.
    Enfim, leia o livro e depois comente. Abçs!!

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