poeiraCast 424 – Por que as grandes bandas brasileiras jamais voltaram?
por Bento Araujo     31 jul 2019

Diferentemente dos maiores centros do rock, o Brasil não viu bandas clássicas de seu cenário dos anos 70 retornarem com os principais integrantes. Tivemos no máximo reuniões eventuais, como a dos Novos Baianos, ou com a formação bastante modificada, como a dos Mutantes. Esse é o nosso assunto desta semana.

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Claudio Rosenberg, Ernesto Sebin, Evandro Schott, Felipe de Paula, Flavio Bahiana, João Roberto Tayt, Luis André Araujo, Luiz Paulo Jr., Marcio Abbes, Marco Aurélio, Marcos Cruz, Ricardo Nunes, Rossini Santiago e Válvula Lúdica.

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  1. Gabriel Fernandes

    Head On é uma pérola da NWOBHM! Amo-o! Mas é o segundo disco do Samson, amigos! O primeiro é o Survivors, de 1979, ainda com o nosso menino Paul Samson nos vocais.

    Vida longa ao PoeiraCast!

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  2. Juliano Beltrame

    Ótimo tema! E vale lembrar que a Rita sequer se reuniu com o Tutti-Frutti (não sei se há a demanda, mas eu acharia bem legal).

    E tem duas bandas (embora de outra época e gênero) que também sempre achei curioso o fato de nunca ter reunido a formação “clássica”: Sepultura e Angra (que agora com a morte do André Matos, nunca mais vai rolar).

    Abraços!

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  3. Rondi Moreira

    Depois que li a autobiografia do John Fogerty(infelizmente sem edição nacional), acho que Stu Cook e Doug Clifford são dois dos maiores sacanas da música.Deveriam é acender uma fábrica de velas todo dia ao Fogerty…

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  4. Caio Alexandre Bezarias

    Ótimo programa; o tema renderia até um programa mais longo ou uma parte II, em que poderiam especular mais sobre os motivos de os grupos dos anos 70 nunca voltarem com as formações originais…
    E nossos apelos funcionaram!! Cruza na área de volta! Obrigado e grande abraço a todos.

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  5. Rossini

    Muito bom. Muito boa a participação do Alexandre, falando do Hi Res. Utilizo aqui em casa e é uma maravilha, parece mais próximo ainda da experiência ao vivo.
    Este Cruza na Área foi ótimo e ficou a deixa de fazer um episódio sobre esta relação entre filmes e música, mais precisamente sobre impulso mútuo que um deu ao outro.

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