poeiraCast 352 – O Rádio
por Bento Araujo     15 nov 2017

Neste episódio, conversamos sobre a influência do rádio na formação da cultura musical, a partir das nossas próprias experiências.

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  1. João Cândido

    Na boa, mas Maurício Kubrusly foi o cara que criticou negativamente o Milton Nascimento no começo do Clube da Esquina. Segundo o próprio Milton…

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  2. william peçanha

    Rádio é bom.
    É uma televisão sem imagem (alguém já disse isso em algum lugar).
    Na minha adolescência, foi lá nas ondas da Rádio Mundial às tardes que eu conheci Elton John e seu “Goodbye Yellow Brick Road”, que o lo(u)cutor teimava em colocar aquelas vinhetas entre as pausas vocais para entrar os solos… Irritante.
    Foi lá que fui pego por Earth, Wind & Fire no auge… De dez em dez minutos entrava uma música (ou a MESMA) do grupo e a gente delirava.
    Meu pai, sábio em sua ignorância de homem sem instrução, esbravejava que “vai ver esses caras estão xingando você, eu e sua mãe e você aí se derretendo todo a todo volume”… Aprendi inglês mais por causa disso lá atrás que pensando na utilização e necessidade de um segundo idioma em meu futuro (era um moleque de 12, 13 anos).
    Recentemente descobri a Kiss FM através de um aplicativo de celular e desde então ela tornou-se diária aqui em casa… E até que os locutores não são assim tão chatos nem disputam grand prix com o Malmsteen (cada um na SUA área, explique-se).
    Trabalhei em rádio (Rádio Cataguases AM) lá pelos idos de 1978/1980, está devidamente registrado aqui na Carteira Profissional e tive o orgulho (que carregarei para o túmulo) de ser o primeiro operador da Rádio Cataguases FM, quem apertou o botão da mesa para colocá-la no ar naquela tarde de sábado de um dos meses do ano de 1982… Ao som de Jobim do disco Terra Brasilis… Tocavam discos e mais discos inteiros sem lo(u)cução… Muito bom.
    Do sr. Maurício Kubrusly só cito a mágoa de esse sr. ter acabado com a SomTrês, uma revista fantástica que era a bíblia para quem queria saber das novidades lá de fora, tanto em discos quanto em aparelhagem de som… No Fantástico, suas reportagens são descartáveis e em sua maioria, chatíssimas.
    Interior é difícil, líamos alguma coisa e não tínhamos acesso a nada.
    Aerosmith, bom em toda a década de 70.
    Um forte abraço em todos e em cada um.
    Ah, Sérgio: Sem tempo para novidades lá no Melomania?

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  3. Marcos

    O Steppenwolf até 1976 não tem um disco ruim, e considero o For Ladies Only um dos grandes álbuns dos anos 70. Parabéns ao José pela lembrança dessa grande banda.

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