poeiraCast 341 – Glam rock
por Bento Araujo     30 ago 2017

Estamos chegando aos 40 anos sem Marc Bolan. O estilo em que ele é uma figura determinante, o glam rock, é o nosso assunto neste episódio.

Torne-se um apoiador do poeiraCast e ajude a manter o podcast semanal da poeira Zine no ar. Saiba mais clicando AQUI.

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Alexandre Guerreiro, Artur Mei, Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Claudio Rosenberg, Dario Fukichima, Ernesto Sebin, Evandro Schott, Flavio Bahiana, Luigi Medori, Luis Araujo, Luis Kalil, Luiz Paulo, Marcio Abbes, Pedro Furtado, Ricardo Nunes, Rodrigo Lucas, Rodrigo Teixeira, Ronaldo Nodari, Rubens Queiroz, Scheherazade, Sebastião Junior, Sempre Música, Tropicália Discos, Válvula Lúdica e Wilson Rodrigues.

edifier

Baixe esta edição do poeiraCast
  1. Pedro Furtado Jr

    Otimo programa. O Slade tem o melhor disco ao vivo do glam rock (Slade Alive). Não tenho dúvida que sem o glam rock não haveria o pub rock (o pub rock é o glam sem a purpurina) nem o glam metal (a volta da purpurina). Dá pra pensar também como influência do glam bandas dos anos 80 que se maquiavam, como o Cure (Bob Smith vivia maquiado) e o Dead or Alive. Tipo de tema bacana que faz com que q gente passe a noite lembrando de coisas vividas e ouvidas ao longo das ultimas decadas. Sensacional! Abraços!

    Responder
  2. Marcio Abbês

    Gostei muito do programa. Vocês lembraram grandes nomes do Glam. Só em relação ao rock direto, turbinado e, talvez, menos cultuado como a música mais rica do Glam, acho que vocês esqueceram de citar. Estou me referindo ao Sweet e Slade. Sinto que são duas bandas que me vem logo à cabeça quando o assunto é Glam. Uma música mais popular. Talvez! Menos importante no estilo. Jamais! Bem, mando um abraço a todos os amigos e geniais integrantes do poeiraCast.

    Responder
    1. Ricardo Alpendre

      Não foram lembrados Sweet e Slade? Achei que tivessem sido. Realmente fazem parte. Até coloquei os nomes nas tags desta página. É que, também, o José e o Bentão falam tanto de Slade que o José pode até ter pensado que já havia falado, hahaha!

      Responder
  3. Roberto Arara

    Mais um programa delicioso de ouvir. Four Horsemen, adorei, caiu como uma luva em voces, alias, minha música preferida do Aphrodite’s child. me permitam uma observação, sobre os criticos e o rock progressivo, que eu amo, assim como todo o resto, do pré rock ao pós tudo, sempre se soube que críticos são artistas frustrados, imagina critico de prog, que normalmente é feito por MUSICOS, com ampla formação, músical e cultural, e virtuoses quase sempre ainda por cima, o cotovelo devia doer até a medula. Aqui em casa, costumamos chamar criticos de Salieris, ( isso mesmo, por causa do Mozart). valeu mesmo,abraços aos 4, até galera.

    Responder
    1. Ricardo Alpendre

      Mas também o crítico pode ser visto (ou deve, ou deve se mostrar como) um amigo, também fã da música, com gosto às vezes bem diferente. Às vezes são elogiosos, sem querer, certos comentários jocosos em relação ao prog. Assim vejo, também, alguns feitos em relação ao rock básico. Isso porque eles vêm carregados de preconceito.

      Responder
      1. Roberto Arara

        Oi Ricardo, claro que sim, senão nós não teriamos gastado tanto dinheiro comprando revistas , nem gastado tanto tempo lendo resenhas, claro que sempre tivemos muitos críticos alinhados com nossa forma de pensar , e muitos totalmente diferentes, aí é que está o gostoso da coisa, gostar de alguns, odiar outros, e como em tudo na vida. mas falando de amante de música para amantes de músicas como voces, voces ainda me surpreendem de vez em quando, quando de repente comentam e elogiam algum disco da minha coleção que foi motivo de chacota e piadas dos meus amigos em épocas passadas. abraços.

        Responder

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *