poeiraCast 310 – Álbuns ao vivo: divisores de águas
por Bento Araujo     14 dez 2016

Este episódio, o último poeiraCast de 2016, é sobre o papel que muitas vezes o álbum ao vivo tem na carreira de uma banda, abrindo território para uma mudança de estilo, de formação, ou até a derrocada criativa ou comercial.

Torne-se um apoiador do poeiraCast e ajude a manter o podcast semanal da poeira Zine no ar. Saiba mais clicando AQUI.

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Adriano Gatti, Alexandre Guerreiro, Antonio Valença, Artur Mei, Bernardo Carvalho, Caio Bezarias, Claudio Rosenberg, Dario Fukichima, Ernesto Sebin, Eric Freitas, Evandro Schott, Flavio Bahiana, Haig Berberian, Hugo Almeida, Itamar Lima, Lindonil Reis, Luigi Medori, Luis Araujo, Luiz Junior, Marcelo Moreira, Marcio Abbes, Mateus Tozzi, Pedro Furtado, Rafael Pereira, Raimundo Soares, Rodrigo Vieira, Ronaldo Nodari, Rubens Queiroz, Saulo Carvalho, William Peçanha e Wilson Rodrigues.

edifier

Baixe esta edição do poeiraCast
  1. Diogo Maia de Carvalho

    Não falaram do Steven Wilson, que é o produtor do Opeth e também tem uma carreira solo recente de muito sucesso principalmente entre a crítica. Ele também foi a mente do Porcupine Tree.

    Responder
  2. Marcio Abbês

    Mais um programa sensacional! Obrigado por falar no “Live ’73”, do Uriah Heep. Acredito que o disco ao vivo colocou o Uriah Heep num patamar acima de sucesso, já que vendeu muito na época. A banda chegou a se apresentar no Japão. Obrigado ao mestre Sérgio por indicar um livro que ainda não leu (risos). Na minha opinião, o mestre Sérgio tem crédito para tudo (risos). Pretendo dar o livro Lindo Sonho Delirante de presente ao Mick Box (risos). Coisa de fã maluco! Pior que converso com ele por inbox. Confesso que uso o Google Tradutor (risos). Bom final de ano aos meus queridos amigos!

    Responder
    1. Ricardo Alpendre

      Grande Abbes! Você poderia mandar áudios de whatsapp com a voz do Google Tradutor, que fica muito engraçado. Bom final de ano também, bello, e um 2017 muito bom pra todos nós!

      Responder
  3. monica

    Mais um programa legal e aproveitando para desejar a todos um feliz natal e feliz ano novo ; Bento parabéns pelo livro , sobre o cruza esquecerem de falar do Rorbet Fripp e do Brian Eno, os dois vieram na minha cabeça logo de cara e eu fiquei gritando feito uma maluca e andando de um lado pro outro esperando alguem falar e nada! Gente até a próxima!

    Responder
  4. Mario Jose Pereira

    O NEGÓCIO ´´´´ estourar o espumante…(Crise) e degustar…o Frango Bombado …….e Boas entradas na Festa 2017….Faltaram os mestres Roger Glover/Richie Wise/Paul Samwell-Smith/(o Cafa Terry Knight)/Liminha/Oswaldo Malagutti/faltou Ten Years After-Santana-Sabbath-Iron(Primeiro Tempo)-Mutantes-

    Responder
  5. William Peçanha

    Excelente programa, como quase sempre, faltou dar um toquezinho no Genesis (imperceptivelmente ou não, a cada um ao vivo eles também mudavam de fase, eu acho).
    O desejo (e uma pequena apreensão, caso não) é que continuem em 2017, mesmo com as dificuldades (quem não as tem, afinal?).
    Desejo sinceramente um 2017 com muitas realizações, menos perdas dolorosas (seja nos esportes, nas artes… já está na hora de Deus chamar alguns políticos para fazerem uma estadia lá por cima… ou lá por baixo, tanto faz), muito sucesso e que essa interação entre vocês e nós, leitores e/ou ouvintes, permaneça.
    (Sérgio, o livro da Rita é bom, realmente!)
    Um forte abraço e até Janeiro!!

    Responder
  6. William Peçanha

    …em tempo:
    Bentão, se alguns (ou todos) os solos do “Strangers in The Night” supostamente não foram feitos pelo Schenker, caramba, o Paul Raymond escondia um talento enorme!!!!!!!!!!

    Responder
  7. João

    O Beach Boys in Concert (1973) marca o fim de uma era na banda, uma fase com discos excelentes mesmo sem o Brian Wilson tão presente, mas como Blondie Chaplin na banda. Depois disso ladeira abaixo total.

    Responder
  8. Caio Alexandre Bezarias

    Bem, o que dizer? Excelente programa, como sempre.
    Abraços e um ótimo 2017(nós merecemos e precisamos!) a toda equipe do PoeiraCast, aos ouvintes e leitores.

    Responder
  9. Alexandre

    Demorei, mas acho que ainda dá tempo: Feliz 2017. Obrigado por voces fazerem um morador do interior “do interior” de Minas Gerais (São Francisco, norte de Minas Gerais) conhecer bandas como Pax, Atomic Roster, Traffic Sound, Seru Giran e, principalmente, King Crimson. Felicidades a todos.

    Responder
  10. Ronaldo Nodari

    Pessoal do Poeiracast minhas desculpas também pela demora em desejar-lhes um excelente 2017,com mais produções da PeiraPress e realizações para todos.
    Assim como não estou preparado para um mundo sem Black Sabbath e ACDC o mesmo vale para o Poeiracast.Então por favor voltem logo.Um grande abraço.

    Responder
  11. Ronaldo Nodari

    Só para comentar:reouvindo o poeiracast sobre os formatos de apresentação de música ao ouvir os relatos de vocês sobre comprar um LP chegar em casa e o disco estar trocado vou contar o que aconteceu comigo.Depois de já conhecer o The Wall do Pink Floyd pois o meu irmão me apresentou-o na época do lançamento(nove anos de idade),e de ter adquirido boa parte dos discos da banda chegou a vez de adquirir o meu The Wall.Disco comprado(após umbom tempo de esperança,luta e conquista) eis que chego em casa para degustá-lo e um dos LPs era do Michael Bolton.Imaginem a decepção.A loja já havia fechado.Dia seguinte fui lá mas não tinha mais.Solução:troquei pelo London Sessions do Howlin Wolf em CD.Detalhe:eu ainda não tinha aparelho,rsrs.Abraços.

    Responder
  12. Ricardo Alpendre

    Obrigado atrasado pelas felicitações de ano novo, moçada! Não tenho vindo muito ver os comentários. Inclusive tinha vários pra aprovar (não sei como funciona o critério do servidor que manda alguns dos comentários pra avaliação, mas como havia também vários spams no meio, ele acerta em parte).

    Responder

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *