poeiraCast 299 – Guitar heroes
por Bento Araujo     28 set 2016

As páginas do livro 100 Guitar Heroes, publicado pela revista Guitarist, serviram de inspiração para este programa em que escolhemos aleatoriamente alguns dos maiores expoentes do instrumento.

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  1. Marcio Abbês

    Tom Morello é um grande guitarrista e a sua forma de usar os efeitos influenciou muitos guitarristas. Buddy Guy traz uma carreira extensa e tem um felling incrível para solar. Merece estar na lista. Steve Howe levou, de forma genial, todo o seu conhecimento de música clássica para o progressivo. Jeff Beck toca com uma intuição incrível. Resolveu tocar sem palheta e conseguiu continuar a realizar solos com uma nova linguagem e divinos. Jeff é o maior guitarrista vivo. Concordo com o Bentão. O Blackmore é o meu guitarrista preferido. Ninguém consegue me emocinar tanto ao realizar algum solo. Nota 1000! Satriani é excelente guitarrista, mas o seu solo não faz parte da sonoridade que mais me emociona. Pat Metheny é genial. O seu show no Hotel Nacional foi um dos melhores que já vi e marcou a minha vida. O negócio é sério. O efeito da sua guitarra é muito criativo e misturava lindamente com os teclados de Lyle Mays no maravilhoso show. Parceria perfeita! Música de respeito! Tive a oportunidade de ver vários shows do Egberto. Ouvir o disco do músico precisa de atenção e dá muito prazer. Ver ele ao vivo deixa a pessoa chapada com a tamanha intimidade e facilidade com os instrumentos. Gênio da nossa música! Reconhecido mundialmente com justiça! Saudades do Sérgio e Damiano! Abração a todos!

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  2. William Peçanha

    Mesmo como um duo e com a ausência muito sentida dos outros dois, o programa não deixou de ser fantástico!
    Falar de guitarristas parece ser fácil, são, na sua grande maioria os caras que fizeram as trilhas sonoras de nossas vidas…
    Pegando carona no comentário do inigualável Abbês (que não conheço pessoalmente, mas de vez em quando vocês o citam e isso o torna quase um companheiro de cervejada regada à boa música), não me permiti conhecer (e consequentemente gostar) músicos (essenciais!!) como o citado Buddy Guy, ouvi um ou outro lp do Alan Holdsworth (e, pasmem, APENAS o aval do Eddie Van Halen não me basta) sem no entanto lembrar nem da capa, tenho aqui em algum lugar alguns cds (ganhos de presente por desconhecidos em festas do trabalho) do Mike Oldifield e o lp “Islands” sem NUNCA ter ouvido o dito… E do clássico “Tubular Bells” só conheço os trechos da trilha sonora d”O Exorcista”.
    Steve Howe ocupa um lugarzinho especial aqui em minha coleção, acho-o em estúdio (seja em discos do Yes ou em sua carreira solo) um gênio mas quando o vejo ao vivo, não suporto ouví-lo “comer” notas dos clássicos onde essas notas são ABSOLUTAMENTE necessárias.
    Jeff Beck é muito bom, “Wired” e “Blow By Blow” são obrigatórios em QUALQUER coleção que se preze!!
    Agora ele, o Blackmorezinho, o mimadinho do rock, o insuportável, o egocêntrico e babaca Blackmorezinho… Mas é inegável que o homem toca… E como toca (pra mim, se ele apenas tivesse feito o solo da “Hold On” no Stormbringer já poderia ter-se aposentado e não nos envergonhado com essa volta ridícula e ainda sujando o nome do grande Rainbow)!!
    Joe Satriani é legalzinho, concordo com as colocações que foram feitas e o cara no palco é igual, em performance, em entreter, ao Steve Vai (eu acho).
    Do Pat Metheny, lá atrás, nos idos de 1983, cismei de dar uma de “diferente” e acompanhar o que um grupo de “intelectuais” amigos meus (hj, essa cambada baba por um Luan Santana ou congêneres) que, aproveitando o erro de um pedido feito por uma loja de discos local que recebeu algumas caixas de lps do selo ECM, começaram a comprar lps de Keith Jarret, John Abercrombie e Pat Metheny, entre outros… Pois bem, e não é que entrei na tal loja numa bela manhã de sábado e comprei dois lps do tal guitarrista, “80/81” e “As Falls Wichita, So Falls Wichita Falls”… DETESTEI os dois, troquei ou doei para caridade e resolvi voltar para os Judas Priest, Rainbow, Purple e afins, é isso que dá querer sair da zona de conforto e se tornar “muderninho”.
    E o Joe Perry é o Joe Perry, os dois discos solo citados são muito bons mas o cara É o guitarrista do Aerosmith, e como tal é muito bom!!
    No mais, deve ter aí nesse livro o maior de todos (pra mim, diga-se): James Patrick Page, que fez muita coisa boa porém o solo que esse senhor executou na música “No Quarter” da versão dupla em vinil (primeira edição) do “The Song Remains The Same” é qualquer coisa divina (desconfio que Deus desceu, se travestiu de Jimmy Page e tascou aquele solo)!!… Cito a versão dupla pois tenho a tal caixa quádrupla e o solo que tem lá não é o mesmo (afinal, foram dois ou mais shows gravados para o disco, certo?).
    É isso.
    Acho que posso falar por todos os que aqui frequentam da expectativa a respeito da edição de nº 300 da próxima quarta, que venha e que seja (como TODOS as outras) um clássico!
    Um forte abraço em todos e até quarta que vem!

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  3. Caio Alexandre Bezarias

    Excelente programa, que fez crescer ainda mais a expectativa em relação ao número 300. Sérgio e José fizeram falta, claro, mas vocês dois se saíram muito bem.

    Abraço.

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