poeiraCast 298 – Howlin’ Wolf
por Bento Araujo     21 set 2016

Uma das maiores e mais assombrosas vozes do blues, Howlin’ Wolf influenciou mais roqueiros do que se podem enumerar. E sua carreira, desde o momento em que impressionou o jovem produtor Sam Phillips até as colaborações com superastros do rock, é comentada neste episódio.

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  1. alan patrick jr

    cara vc conhece um merda chamado wallace marcelino o cara só fala asneiras não acredite que este idiota burro te diz ele falou que ia fazer materias com vc o cara não tem estudo nem trabalha.

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  2. William Peçanha

    Mais uma bola dentro (apesar de o assunto principal não ser a minha praia) esses senhores considerados pais (ou tios ou avôs…) do Blues não me soam agradáveis aos ouvidos… a não ser. claro, as versões que alguns grupos fizeram de suas composições…
    Mas que é um prazer ouvir vocês quatro (no caso presente, apenas dois) dizerem que estão ouvindo algum disco que faz parte da coleção particular de nós, ouvintes, ah, isso é!!
    “Plays Live” foi por muito tempo entre 1983 e 1985 um de meus 5 discos de cabeceira, adoro esse disco e reverencio a banda que o gravou, acompanhando esse mestre e gênio que é Peter Gabriel (mais para o futuro, esse senhor iria revolucionar o que veríamos de mais sensacional em matéria de shows, pra dizer o mínimo, impactante!).
    E o “Technical Ecstasy”, só de ter “Dirty Women” já valeria o investimento… A simples menção do título deste álbum me fez voltar lá em 1978 quando tive a primeira edição do disco, puro, simples, sem encarte e lacrado (sempre fui FANÁTICO por encartes de lps), mas com aquele cheirinho característico de disco novo (não há cheirinho mais perturbador que os de livros e lp novos… se bem que os perfumes que minha esposa anda usando estão me deixando nas órbitas… whatever!!!), anos depois, chegou-me às mãos o cd importado, selo Mercury vermelho e com um encarte extraordinário, revelando detalhes até então apenas pincelados aqui e ali por alguma publicação nacional…
    Concordo com o Sérgio quando chama “Technical Ecstasy” e “Never Say Die” de discos estranhos do Sabbath, parece que realmente cada um puxava para um lado e os resultados nem sempre acertaram na mosca, acho que até o “Vol. 4” eles estavam sintonizados, depois, claro, desandou a maionese.
    Legal terem citado, atiçam a gente a pegar o (s) lp (s) e dar uma escutada, valeu!
    Em alguns programas atrás eu tomei a liberdade de sugerir algumas bandas para figurarem no PodCast, por favor, ignorem o Foghat, revendo os programas, já tivemos o prazer de ter a banda e alguns discos comentados, mas fica valendo ainda a dica para um PodCast com o Nazareth (“Rampant”, “Hair Of The Dog” e “Close Enough To Rock ‘N’ Roll” são um belo exemplo do que esses quatro escoceses fizeram… depois ficou um pouco complicado… eu acho.
    Meu querido e mui respeitado José Damiano, já tentei, do alto dos meus 54 anos, e não achei NENHUM disco de banda brasileira gravado ao vivo que valesse a pena uma audição completa, mas fica aqui meu forte abraço e saiba que sou fã de suas tiradas, sempre sensacionais.
    E pra encerrar, Ricardo, parabéns pela participação lá no Altas Horas.

    É isso.

    Agora tenho 6 latinhas de cerveja (seria merchandise dizer a marca?) e dois lps para ouvir, um duplo ao vivo gravado por um ex-vocalista de uma importante banda progressiva e um outro meio esquisito de um ícone da heavy metal dos anos setenta… diversão garantida!!

    Um forte abraço em todos.

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  3. Fabricio Campregher

    Fala galera da boa música!
    Excelente Podcast.
    Os bluesman que mais gosto, em ordem cronológica, são: Charley Patton, Howlin’ Wolf e Junior Kimbrough.
    Foi muito bom ouvir um programa dedicado a um deles… Parabéns e sucesso!!!

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  4. Pedro Furtado Jr.

    Belíssimo programa. Já houve um programa para o Muddy Waters e agora do Howlin Wolf. Só falta um para o mestre Bo Diddley para fechar a The Super Super Blues Band, disco primoroso cuja capa já vale o “ingresso”. Fora do blues, fica como sugestão um programa especial para o ABBA, mais do que necessário, indispensável. Nenhuma outra banda foi ou será tão subestimada, “muito além da disco music”. Nunca o pop foi tão perfeito. Na espera. Grande abraço.

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  5. João

    Ok, não é da década de 70, mas falando do Patrulha, tem o Capturados no Centro Cultural 2004, espetacular desfecho de uma grande formação da banda.

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