poeiraCast 286 – Space rock
por Bento Araujo     29 jun 2016

Não necessariamente um subgênero do rock, mas talvez uma combinação de elementos, o space rock pode ser considerado parte do rock progressivo, ou de outros estilos, ou até algo menos sujeito a definição. E é o nosso assunto neste episódio.

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  1. Caio Alexandre Bezarias

    Ótimo tema, ótimo programa, a arqueologia que fizeram do gênero foi de primeira, muito detalhada. Vamos às observações:
    – Compreensível pouco falarem do Hawkwind, um dos meus grupos favoritos, assim como do Cadinho(cheguei a comprar cd e camiseta dos hawks na saudosa Jardim Elétrico), dada a abrangência do tema, e a duração do programa, mas pela sua importância para o gênero(sem dúvida alguma o mais influente, o que deu contornos definitivos, não só musicais,mas também em termos de temática lírica, elementos estéticos de palco, arte gráfica dos discos, etc), para o progressivo no geral e para o rock dos anos 70, merece um programa próprio – se já não teve, que lembre não;
    – Pink Floyd é sem dúvida a base de todo o space rock assim nomeado, uma prova dessa influência sobre o próprio Hawkwind é a linda versão que este gravou de ‘Cymbaline’, que consta como bônus na reedição em cd da EMI, dos anos 90, do primeiro deles;
    -Kyuss space rock? Difícil, influência muito lateral;
    -Bento, os fantásticos e piradíssimos discos dos Cosmic Jokers não seriam space rock puro? Ou, tomando emprestada a observação do Sérgio sobre o Tangerine Dream, ‘space’ puro? Enfim, faltou citá-los, em minha opinião;
    -Sobre o Mercury Rev: confesso que nunca me interessei em ouvir, no comecinho dos anos 2000 travei contato com uns indies bem estereotipados – colegas de trabalho – e eles me encheram tanto que o grupo em questão era ‘ o progressivo certo’, o ‘progressivo legal’, que seria ‘agradável’, ‘audível’ (esse papo para mim significa ‘diluído’, ‘ralo’) e que o progressivo que eu ouvia/ouço seria o ‘errado’, o ‘velho’, o ‘chato progressivo’ que peguei uma bela birra,mas sem dúvida é hora de dar uma chance;
    Abraço a todos, desculpem o comentário imenso(acho que as longas faixas, típicas do space rock,me influenciaram enquanto eu escrevia…) e que o programa continue!!

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  2. , Roberto Arara

    meus selos preferidos pelo design, primeiro o Charisma famous label, depos, Vertigo (os dois),Bronze, Electra, adorava tambem o da One Way, com o abutre, e tambem o Swan song do Led e o Rocket ,do Elton John.

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  3. William Peçanha

    É, outro programa muito bom.
    Quanto aos selos, sem ordem de preferência:
    – Swan Song
    – Purple
    – Brain
    – Vertigo (os dois)
    – Harvest
    – Bronze (menção honrosa)
    – RCA (outra menção honrosa)
    Um abraço a todos e sei não, mas acho que alguns discos do Porcupine Tree (principalmente os primeiros) também praticavam o space rock, depois a coisa ficou meio que mesclada na cabeça do gênio Steven Wilson.
    Vamos em frente!!

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  4. Haig Berberian

    Adorei o tema! Há alguns anos, fiz uma pequena coletânea de Space Rock, intitulada “In Space”. Segue abaixo a track lista:

    1. Gong [Angel’s Egg] – Other Side of the Sky
    2. Pink Floyd [The Piper at the Gates of Dawn] – Astronomy Domine
    3. Captain Beyond [Captain Beyond] – Armworth
    4. Captain Beyond [Captain Beyond] – Myopic Void
    5. Pulsar [Pollen] – Apaisement
    6. Manfred Mann’s Earth Band [Solar Fire] – Solar Fire
    7. Hawkwind [Doremi Fasol Latido] – Space is Deep
    8. Khan [Space Shanty] – Hollow Stone
    9. José Cid [10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte] – Fuga Para o Espaço
    10. Camel [Moonmadness] – Lunar Sea

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  5. , Roberto Arara

    o meu disco preferido desse tema, é o Hope do Klaatu, ele é inteiro conceitual sobre uma viagem interplanetária, não conheço nenhum outro que tenha ido tão longe nem tão fundo no tema, além de ser maravilhoso.

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  6. MARIO JOSE PEREIRA

    space e cachaça são semelhantes / pois sua origem e única Prog/Garapa variações e grupos mundo afora MAN VDGG(ALGUNS MOMENTOS) JAMS VIAJANDONAS DOS MUTANTES AO VIVO TIPO VIA EUROPA NO PALÁCIO DAS CONVENÇÕES DO ANHEMBI 1978 / NA DESTILAÇÃO TEMOS CABEÇA-CORPO-CAUDA ASSIM E O MUNDO ROCKER na real são multiplas pistas de gravações, sonoridade magnifica e muito criativa, para os recursos técnicos da época inclusive as aparelhagens de som domésticas que eram meia boca e caras grande estilo a ser aprimorado

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  7. Rodrigo Hammer

    Cito como fundamentais, o húngaro Solaris ‘Marsbeli Krónikak’ e qualquer coisa do Omega pós-20.000 Years After The Last War.

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