poeiraCast 277 – Prog x Punk
por Bento Araujo     27 abr 2016

Um estilo perdendo fôlego no mercado; o outro em ascensão vertiginosa fazendo uso do establishment que criticava nas músicas. Até que ponto havia rivalidade entre o rock progressivo e o punk, e em que situação eles se relacionaram? É sobre o breve convívio dessas duas correntes culturais que conversamos neste episódio.

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  1. mario jose pereira

    MUSICAS E MUSICOS FAIXAS CONFLITANTES CONFORME A NECESSIDADE MUSICAL DA OBRA SONORA SER LIBELULA MAGNETICA TUDO COMERCIO ERA…..O MUNDO E A INDUSTRIA TOTAL NO CONTEXTO DROGAS NA GERAL O QUE FAZ OU CONDUZIU AOS CAMINHOS CRU OU COZIDO E O POSTERIOR FALECIMENTO DA INDUSTRIA FONOGRAFICA 10 ANOS DEPOIS OBRA MAXIMA JORNAL NACIONAL E SUA CHAMADA QUEM E QUEM EXPERIMENTE ALGUM ALUCINOGENO PARA CONHECER MELHOR O SOM QUE VOCE TEM EM SEU PODER E CALIBRE SEU EQUIPAMENTO REFLITA DEPOIS O EFEITO STEREO obs: fOCUS no Sesc Belenzinho foi forte e intenso a BOLHA Tambem foi forte musicalmente Sonoro e Visual la no passado Projeto SP B.F. noite guitars HEROIS PASSAGEM PARA O CEU quem foi e apenas ARQUIVO VERDADE AC/DC CONTINUA PELADO POR $$$$$$$$$ MULETA ROCK E SUA CORPORAÇAO AÇAO NA VEIA !!!!!! U T I CAST SOCORRO 100 ZEN SEM CEM PENSEM////////\\\\\\

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  2. Marcio Abbês

    Programa sensacional! Não há como não impressionar com o fato do disco “Going for the One”, do Yes, de 1977, chegar ao topo das paradas inglesas e americanas em pleno auge do movimento punk. Talvez tenha sido um realmente um fato isolado, mas demonstrou que o progressivo estava ainda respirando e não iria paralisar só nos anos 70. Progressivo é um estilo que está aí. Graças a Deus!

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  3. Diogo Maia de Carvalho

    Se deus descesse até a Terra (ou subisse, quem sabe) e me castigasse pelos meus pecados e me desse a opção de escolher apenas um desses dois estilos para escutar até o último segundo da minha vida: Prog ou Punk, eu escolheria o Prog sem pestanejar.

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  4. Rubens Queiroz

    Bon Scott deve estar se revirando no caixão!! GnR e Axl sempre foram lixo! Em disco, pra mim AC/DC acabou no “For Thouse”.
    Se incluir o Dr Feelgood, a escolha prog X punk fica bem difícil, fico com os dois!
    Volta poeira!! trimestral?
    abcs

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  5. monica

    Quando criança eu era Punk hoje sem duvida sou Prog, hoje ouço muito mais Prog , o Punk deixei de lado ,um dia eu volto a ouvir ; o programa teve Television que realmente é senhora Banda , discografia curta mas muito boa, o Cruza na Área o tema me fez lembrar uma pergunta que eu queria fazer faz tempo, queria saber da opinião de vocês sobre o fato do Gerry Mcavoy e o Ted McKenna montaram uma banda para continuar tocando as musicas do Rory Gallagher e aí é homenagem, picaretagem ou é Rock corporativo?

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  6. Erich Duarte

    Programa muito legal galera. Prog na cabeça, inclusive suas variantes: Hard prog, Folk prog, jazz prog, enfim e muita qualidade musical. Será que a queda do progressivo, pode ser também devido ao fato de não ter grandes representantes do estilo no mercado americano (como diz nosso guru Jose Damiano, o lado errado do Atlântico), logo o publico americano, com uma mentalidade muito mais genérica, começarem a se interessar por uma música mais direta e com mais bandas feitas em casa, da disco e do punk, ditando o restante do mercado mundial. O que acham disso?

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  7. Caio Alexandre Bezarias

    Em primeiro lugar, sinceros e grandes agradecimentos por atender a minha sugestão. Tinha certeza que vocês fariam um excelente programa sobre o tema. Considero-me um pesquisador e conhecedor do progressivo, e mesmo assim as considerações que fizeram e as informações e frases de outros que citaram expandiram bastante minha visão sobre as relações do gênero com seu eterno “adversário”.
    Renaissance pode sim ser considerado ‘prog folk superproduzido’ e esse termo não é demérito algum!!!
    A imagem escolhida para a chamada no site( John Lydon e Keith Emerson) foi um acerto daqueles, sintetizou o programa.
    Sobre o cruza na área: Bento, você foi na veia. Após a saída do Malcolm – e as tretas do Phil Rud – o grupo deveria ter acabado. Gosto bastante de Gun´s, mas isso aí é palhaçada. O corporate rock – mais um rótulo que vocês criaram? – está tomando conta mesmo…
    E por fim, sobre a busca por mais assinantes: o que nós ouvintes e assinantes poderíamos fazer para auxiliar? Divulgar? Algo mais? Que atinjam o número necessário e além!
    Grande abraço a todos.

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  8. Eduardo Zaidan

    Ótimo programa! Na minha opinião o Rock Progressivo dá uma lavada no Punk Rock. Agora, se a competição for com o Post-Punk, fica uma disputa acirrada, com o Prog ganhando por um fio de cabelo rs.

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  9. João

    Torço para que consigam o objetivo de 100 assinantes, para que o programa continue. De todo modo, hoje em dia não é fácil sequer ter 3 amigos, quanto mais 3 amigos que possibilitem trocar ideias, aprofundadas, sobre um tema que se goste, e, especialmente, que possam se encontrar periodicamente…

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  10. pedro

    Tem algumas coisas que devem ser levadas em consideração. O prog se formou naturalmente, disco a disco, foi uma construção. O punk nasceu pronto. Música de fácil mastigação que favoreceu o emburrecimento generalizado que a gente assiste hoje. Ouvir músicos tocando de verdade me parece mais gratificante do ponto de vista mental, do que ouvir rosnados repetitivos e de conteúdo raso. Justamente por ser mais fácil e representar uma postura com “atitude”, o punk teve força pra sobrepujar o prog. Mas no final das contas o que sobra do ponto de vista musical? never mind the bollocks ou Close to the Edge?

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  11. Mario

    Excelente programa como sempre. Gostaria de doar para o PoeiraCast mas tenho um problema, moro na Alemanha e nao tenho cartao de crédito, só poderia pagar por PayPal. Existe essa possibilidade?
    Abracos.

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  12. Eduardo Sandoval

    Porque vocês não gravam o programa na casa de um de vocês, por exemplo, usando microfone caseiro ?
    Pode não ficar com a mesma qualidade de áudio de um estúdio profissional, mas pelo menos o programa teria um custo quase zero para ser feito…fica aí a sugestão.

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  13. pedro

    Não vejo onde está a genialidade do Ayrton Mugnaini jr. Só se for genialidade de soltar frases de efeito… mas isso qualquer crítico bocó já nasce sabendo.

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