Lindo Sonho Delirante: 100 discos psicodélicos do Brasil
por Bento Araujo     26 set 2016

pZ nº Lindo Sonho Delirante

Lindo Sonho Delirante: 100 discos psicodélicos do Brasil (1968-1975), livro de Bento Araujo. Frete grátis para todo o Brasil.

Preço: R$ 120,00

Data de Lançamento: novembro de 2016

Formato: 21X19,5cm, colorido, papel couchê

Número de páginas: 232

Lindo Sonho Delirante: 100 discos psicodélicos do Brasil (1968-1975) é ricamente ilustrado, com reproduções das capas de todos os cem (100) discos apresentados. Cada álbum e compacto é acompanhado de uma resenha em português e inglês, minuciosa reprodução da arte gráfica original, um cabeçalho contendo o nome do grupo/artista, nome do disco/compacto, seu respectivo selo fonográfico, número de série da prensagem original e data de lançamento.

Considerando o disco-manifesto Tropicalia ou Panis et Circencis como uma espécie de marco zero da psicodelia nacional, a garimpagem das obras contidas no livro começa em 1968. De Tropicalia ou Panis et Circencis partimos rumo a uma jornada de oito anos, que termina no talvez mais raro e mitológico disco psicodélico brasileiro de todos, Paêbirú: Caminho da Montanha do Sol, lançado por Lula Côrtes e Zé Ramalho, em 1975.

De pioneiros como Arnaldo Baptista, Rogério Duprat, Tom Zé, Fábio e Ronnie Von, até astros como Rita Lee, Milton Nascimento, Secos & Molhados e Novos Baianos. De gigantes como Gil, Caetano, Gal, Jorge Ben e Os Mutantes, até heróis e heroínas não tão celebrados, como Damião Experiença, Lula Côrtes, Sidney Miller, Suely e Os Kantikus, Marconi Notaro, Guilherme Lamounier e Loyce e os Gnomos. Do rock marginal da Equipe Mercado, Ave Sangria, A Bolha, Casa das Máquinas, Spectrum e Paulo Bagunça e a Tropa Maldita, até a sofisticação de Marcos Valle, João Donato, Egberto Gismonti, Luiz Carlos Vinhas, Pedro Santos e Arthur Verocai. Todos estão juntos nesse Lindo Sonho Delirante, os superstars e os esquecidos, os raros compactos e os elepês.

Além das cem (100) resenhas, o livro contém uma introdução, onde uma particular visão do período é abordada, analisando a influência da música pop anglo-saxônica misturada à exaltação das raízes brasileiras por parte dos artistas locais, tomando como ponto de partida a Semana de Arte Moderna de 1922 e ícones da cultura nacional, como Chacrinha e Grande Otelo.

A análise da criação e a interpretação do simbolismo desta lisergia tropical cria uma iconografia inédita, um volume que funciona como um presente à memória da música nacional e àqueles artistas brasileiros que expandiram a mente em nome da arte, em plena era de sangrenta repressão militar e de extremo preconceito social.

Especificações do Livro
232 páginas
21 cm de largura X 19,5 cm de altura
Inteiramente colorido
Capa em papel couchê 300 g/m2, miolo em couchê 115 g/m2, lombada hotmelt
Textos em português e inglês
Informações preciosas
100 resenhas de discos + 100 reproduções das capas originais + Introdução

Comentários sobre o livro na imprensa

“Durante dois anos, o jornalista, pesquisador e colecionador Bento Araujo resolveu se embrenhar pelo mundo da psicodelia brasileira. Além das críticas dos 100 discos, o livro traz muitas histórias que ajudam a entender um dos períodos mais inventivos da produção musical brasileira, que chega à mente manifesta não só através dos alucinógenos mas também do transe antropofágico representado pelo tropicalismo. É um mapa super interessante da música mais criativa produzida no país durante dos anos de chumbo da ditadura. Um lindo mapa do Brasil psicodélico.”
Bravo

“Para compor Lindo Sonho Delirante, Bento Araujo, o paulistano da Pompeia – bairro de origem da banda Os Mutantes – valeu-se de rigorosos critérios de seleção, de forma que fosse possível compilar pontualmente toda a magnitude e relevância do movimento sem correr o risco de que trabalhos substanciais fossem excluídos da obra.”
Rolling Stone

“O jornalista, pesquisador e colecionador de LPs, Bento Araujo, olho sempre vivo nos porões do rock brasileiro, está lançando Lindo Sonho Delirante. No livro, cada álbum ganha uma página para as considerações do autor, que aparecem também traduzidas para o inglês. Há desde discos que o tempo tornaria obrigatórios, até álbuns, sobretudo fora da Tropicália, que seguiriam nas sombras.”
Estadão

“Lindo Sonho Delirante, livro do jornalista Bento Araujo, promove uma viagem cronológica às experimentações estéticas da música brasileira dos anos 1960 e 70. O livro desmonta, por meio da análise de cem álbuns e compactos, o equívoco de afirmar que, exceto as produções das grandes estrelas da MPB e do samba, os anos 1970 foram uma década perdida para a música produzida no País. Se a viagem empreendida por nossa música é bem maior do que muitos imaginam, o flashback promovido nas páginas de Lindo Sonho Delirante é mais que bem-vindo. Lisergia sem bad trip. Bate legal.”
Brasileiros

“Um dos episódios de maior criatividade — e também um dos mais negligenciados — da história da MPB volta à tona no livro Lindo Sonho Delirante: 100 Discos Psicodélicos do Brasil 1968-1975, do jornalista e pesquisador Bento Araujo. Com textos em português e inglês, a obra traz resenhas dos 100 discos.”
O Globo

“Lançado pelo jornalista Bento Araujo, o livro Lindo Sonho Delirante joga luz à existência de uma cena psicodélica (e criativa) na história da música brasileira. A coleção de um Brasil alucinado.”
Diário do Nordeste

“O jornalista Bento Araujo lança seu primeiro livro, Lindo Sonho Delirante: 100 discos psicodélicos do Brasil. Na obra, o autor analisa e contextualiza dentro da perspectiva da psicodelia 100 discos e compactos lançados entre os anos de 1968 e 1975 no Brasil. Em sua seleção, Bento Araujo começa pelo tropicalistas com o disco-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis (1968) e segue até o álbum Paêbirú, álbum icônico e raro de 1975 lançado pelos músicos Lula Côrtes e Zé Ramalho. Com textos em português e inglês, o livro apresenta uma miscelânea entre discos conhecidos, totalmente desconhecidos, raros e cultuados entre colecionadores de discos.”
Itaú Cultural

“Lindo Sonho Delirante faz um recorte daqueles que teriam sido os principais lançamentos do subgênero doidão do rock no Brasil. O livro vai além de matar uma eventual curiosidade, pois Araujo resgata nomes importantíssimos do período.”
Zero Hora

“Trata-se de uma obra que já nasce essencial para fãs de música hoje em dia. Lindo Sonho Delirante vai da psicodelia protocolar, digamos assim (Tropicália, Mutantes), até a obscuridade, em um exaustivo trabalho de curadoria.”
O Tempo

“Lindo Sonho Delirante, livro do jornalista Bento Araujo, conta a história da música experimental produzida no Brasil até 1975 e reúne 100 discos clássicos do gênero”.
Correio Braziliense