poeiraCast 415 – Miles, Zappa e o jazz-rock em 1969
por Bento Araujo     29 maio 2019

Com destaque para grandes álbuns de Miles Davis (In a Silent Way) e Frank Zappa (Hot Rats), conversamos sobre o jazz-rock que vinha com tudo em 1969, há meio século!

Agradecimentos especiais aos apoiadores: Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Claudio Rosenberg, Evandro Schott, Felipe de Paula, Flavio Bahiana, Lindonil Reis, Luis André Araujo, Luis Kalil, Luiz Paulo Jr., Marcio Abbes, Marco Aurélio, Marcos Cruz, Mateus Tozzi, Ricardo Nunes, Rodrigo Lucas, Rossini Santiago e Válvula Lúdica.

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  1. Marcio Abbês

    Programa sensacional O Damiano é um guerreiro: “Faço qualquer coisa pelo programa”. Morri de rir. O jazz-rock é um estilo que escutei loucamente na minha adolescência.

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  2. Marcelo de Almeida Garcia

    Programa do caralho.
    Hot Rats é meu disco preferido de todos os tempos.
    Ouço há 25 anos pelo menos uma vez por semana. Não enjoo. E isso é verdade, não é exagero.
    In a Silent Way também é demais. A segunda música é hipnotizante e Miles consegue mudar totalmente a conceito da música depois da metade dela apenas mudando a levada da bateria. Incrível.
    Jean-Luc Ponty fui assistir quando era moleque. Catei um bus pra Campinas, pois perdi o show aqui. Assisti, dormi na rodoviária e voltei pra Sampa. Demais.

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  3. André Rocha

    Ótimo programa! Cheguei no jazz-rock por causa do prog e aí caí no jazz e adorei! Poxa, Bento, falar que o Miles foi flertou com o rock pra buscar público é “mancada”. O homem era inquieto, sempre buscando novos sons e linguagens, desde cool jazz, jazz modal, fusion e até hip hop (ou jazz-rap). O Doo-Bop, por exemplo, é de 1992. Influenciou o Jazzmatazz do Guru e segue até hoje com o Kendrik Lamar e o Tyler que o Ricardo citou, aliás, surpresa boa Tyler citado no PoeiraCast.
    Abraços!

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  4. Vandré Santos

    S.O.D. como fusion foi excelente.
    Sobre o comentário de se deparar com as versões com “bonus craps” no deezer ou no spotify, eu concordo com a opinião de vocês, mas eu tomei um susto ao ouvir o Hot Rats no deezer. Tenho em CD a versão da Ryko “aprovada pelo Zappa” e achei muito aguada depois de ouvir a versão de deezer, que deve ser mais próxima à do lançamento em LP.
    Sobre a possível volta do tema de curiosidades das lojas de discos, tenho uma pergunta para vocês: qual foi o disco mais caro que vocês já compraram (não precisa dizer o preço) e qual o maior número de discos comprados de uma única vez.
    Abração.

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  5. Moises Morales

    Boa Noite , excelente programa , uma sugestão de pauta , todas as bandas em que tocou John Wetton , concordo com Bento sobre os cds japoneses que imitam o LP , tenho vários. Abs

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  6. João Cândido

    Grande programa, ótimo mesmo. Mas preciso salientar a Júlia importância do bitches brew, que considero mais denso e bem acabado que o in a silent está. Sem falar na capa do bitches brew, um festival psicodélico. No mais, concordo com tudo que vocês falaram. Abraço.

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  7. Rafael Dornellas

    Mais um sensacional!

    “In a Silent Way” é uma missa, pra ser ouvido de joelhos. “Hot Rats” é um dos discos da minha vida – entre muitas coisas, foi o disco que me apresentou ao Zappa.

    Esse programa muto bem poderia ser expandido e chegar até Return to forever, Mahavishnu Orchestra, Weather Report e etc. Dá muito pano pra manga.

    Parabéns a todos e um forte abraço!

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