poeiraCast 402 – Motorhead: 40 anos de Overkill e Bomber
por Bento Araujo     27 fev 2019

Em 1979, após ter assinado contrato com o selo Bronze no ano anterior, o Motorhead lançou dois dos principais álbuns de sua carreira, Overkill e Bomber. Eles são nosso assunto neste episódio, que não deixa de abordar o lançamento de On Parole, gravado e arquivado três anos antes pela United Artists, que resolveu capitalizar com o sucesso do trio.

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  1. Marcio Abbes

    Nunca o Hard conseguiu chegar tão perto do Heavy. Nunca o Heavy conseguiu chegar tão perto do Hard. Nunca o Punk conseguiu chegar tão perto do Heavy. Nunca o Heavy conseguiu chegar tão perto do Punk. Nunca o Hard conseguiu chegar tão perto do Punk. Nunca o Punk conseguiu chegar tão perto do Hard. Motorhead conseguiu fazer tudo isso com a sua música. Excelente programa!

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  2. Vandré Santos

    Concordo com você Marcio!
    Só acho que poderiam falar um pouco mais do Bomber. Stone Dead Forever, “na minha opinião e não na realidade”, como alguém disse uma vez a vocês, tem os melhores solos do Eddie Clark.
    Mais uma coisa, não me lembro se vocês chegaram a explicar, mas, qual é a definição de Rock de penhasco? Faltou a definição disso no programa 400 ou é mais comum e eu não sei?
    Abração.

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    1. Ricardo Alpendre

      É, talvez porque o Overkill tenha uma aura maior, mas qual dos dois é melhor é subjetivo. De fato o Bomber merecia mais, mas eu não tenho distanciamento pra dar um veredito sobre esse caso, hehe!
      Eu entendo como “rock de penhasco” o heavy metal épico, metal melódico, o chamado power metal melódico também, e variações afins, incluindo Helloween, Rhapsody, Blind Guardian etc. O Deep Purple, com os agudos do Gillan, é o acusado de ser o culpado na tese de um grande lojista amigo nosso, mas não posso citar nomes =D
      Outro grande “culpado”, pra mim, é o Iron.

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    1. Ricardo Alpendre

      Haha! Mas de qualquer forma teve seu propósito, já que isso não exclui a possibilidade de um eventual programa sobre o Led de 69, ou, quem sabe até, do Led em 69 e 79…

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  3. Roberto Arara

    Salve galera do Poeira. Uau, belissimo podcast.Em 79 eu já colecionava discos e já acompanhava algumas revistas de música, inclusive gringas, comprei motorhead logo que saiu, e até hoje é uma das minhas bandas favoritas. Já comentei aqui que meu pai é músico, multiinstrumentista, grande conhecedor de musica e musicas em geral, entao normalmente levo muito em conta os comentarios dele, a primeira vez que toquei motorhead pra ele, ele disse apos terminar o disco ,”parece Bach”,pode parecer totalmente non-sense, mas achei genial a comparação, ele estava dizendo que deve ter sido essa a impressão que tiveram quando ouviram Bach pela primeira vez na época dele, não era algo totalmente novo ou desconhecido,mas era mais pesado e agressivo que tudo o que era feito na época, nunca esqueci isso, e nunca deixei de comparar motorhead com Bach.
    Tambem achei curioso o cruza,apesar de provavelmente eu nunca ter dito isso,(sobre o Led) eu concordo com o Bento, O Led é minha banda favorita de sempre, favorita em todos os sentidos, nos meus tops 3,5,10 ou seja lá o que for, o primeiro sempre foi o Led, assim como o segundo sempre foi o Budgie, do terceiro pra frente , pode ter alterações de tempos em tempos, dependendo do meu humor, etc…,amo todos os discos, óbvio, o 3 sempre foi não apenas meu Led preferido,mas meu disco de rock preferido, e o 2, sempre teve bem no fim da minha lista, adoro ele, mas praticamente todos os outros tem algum diferencial a mais, é isso. valeu galera,abraços e até semana que vem.

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  4. Rafael Dornellas

    Maravilha esse programa pessoal!

    Irretocável. Acho que “Overkill” é o meu Motörhead preferido. Sem dúvida o que eu mais ouvi. Que banda!

    Sobre o cruza na área. Obrigado Bentão! Me contemplou 100% no seu comentário sobre o Led II. Também acho o mais fraco (ou menos bom hehe) até o “Physical Graffiti”. O primeirão deles é um pé na porta. Discão. Estreia gigantesca e o primeiro de uma discografia perfeita. Fico com ele.

    Abraços e parabéns pelo programa!

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