Another Perfect Day faixa a faixa

A nova edição da pZ traz um especial sobre o disco mais subestimado do Motörhead

por Bento Araujo     12 fev 2016

APDBACK AT THE FUNNY FARM
O riff de baixo e o solo de guitarra remetem aos hinos “Ace of Spades” e “Overkill”. Se o disco fosse inteiro assim nenhum fã teria reclamado na época.

SHINE
O segundo single do disco tem a cara de Brian Robertson e, obviamente, lembra Thin Lizzy e também o boogie do ZZ Top.

DANCING ON YOUR GRAVE
Uma das mais legais e melódicas do disco, cujo título serviu de inspiração para batizar o Sepultura.

ROCK IT
O sempre incisivo e letal baixo de Lemmy com um ordinário piano boogie-woogie tocado por Robertson. Certeira combinação que confirma, acima de tudo, que o Motörhead é uma simples banda de rock.

ONE TRACK MIND
Pesada e soturna como o blues, mostra o amadurecimento de “Animal Taylor” e seu esforço em dialogar com o melódico Robertson.

ANOTHER PERFECT DAY
A produção de Tony Platt faz a diferença aqui e Another Perfect Day é talvez o álbum mais bem gravado do grupo.

MARCHING OFF TO WAR
Robertson tirando do baú seu wah-wah dos tempos do Thin Lizzy, para coroar o disco com uma faixa simples, porém classuda.

I GOT MINE
A música que mais despertou a ira dos fãs em 1983 é a mais fraca do álbum. Possui um ranço que lembra o medonho pop rock brasileiro do período.

TALES OF GLORY
A mais curta de todas funcionou bem na turnê de promoção e é 100% puro Motörhead.

DIE YOU BASTARD!
Com sua levada punk e um ótimo título, o grupo encerrava seu disco como os padrinhos supremos de um gênero que estava surgindo, o thrash metal.

Confira na nova edição da pZ, um especial sobre o disco mais subestimado do Motörhead!

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